Fotografia é minha vida!

"Fotografar é uma maneira de ver o passado. Fotografar é uma forma de expressão, o "congelamento" de uma situação e seu espaço físico inserido na subjetividade de um realismo virtual. Fotografar é um modo de comunicar e informar. Seguindo o raciocínio, a linguagem visual fotográfica além de ser mais forte não é determinada por uma língua padrão, não precisando assim de uma tradução, uma vez que o diferem são as interpretações." (desconheço o autor)"

quinta-feira, 29 de março de 2012

Quem é Robert Doisneau?


Robert Doisneau

O fotógrafo de Paris nasceu em 1912 em Gentilly, periferia de Paris, e dedicou sua vida profissional como um fotógrafo das ruas de Paris. Na cidade fotografou incansavelmente cenas do cotidiano e os mais diversos locais. Depois de muitas fotos da cidade, trabalhou para a montadora Renault, como fotógrafo até ser demitido por não comparecer ao trabalho, em 1939. Depois de servir um ano na guerra (1949), Doisneau voltou e em 1949 assinou um contrato com a Vogue, onde trabalhou até 1952 realizando reportagens fotográficas, muito utilizadas na época, por sua ausência de texto e facilidade na leitura visual. A partir de então começa um trabalho independente e cristaliza seu amor por Paris em suas milhares de imagens. Morre em 1994, com mais de 450 mil negativos fotografados. Robert Doisneau também foi vanguardista na fotografia de famosos em seu cotidiano, como Pablo Picasso e Orson Welles. Além disse, seu caráter de retrato urbano assumiu uma importancia antropológica,, pois suas fotos revelam o progresso e desenvolvimento do cidade e têm atualmente um importante cunho etnológico. Doisneau, porém, sempre recusou que seu trabalho assumisse esse caráter de retrato social. Doisneau dizia ser uma "falsa testemunha de sua época". Sua obra fez com que ele fosse considerado um fotógrafo da "escola humanista". Caracterizada pelo período pós guerra, a preocupação era com o resgate da paixão e da solidariedade na França. Assim a reconstrução da auto-estima francesa muito deve às fotos que marcam por seu carisma e simplicidade.



As obras de Doisneau


Aqui notamos a presença de suas reportagens fotográficas. Essa foto, por muito tempo considerada uma obra de arte digna por seu momento decisivo e por sua astúcia na época, foi depois de muito tempo revelada como uma montagem. A foto, que fazia parte de uma reportagem para a revista Life, foi montada pelo fotógrafo e o casal que se beija com paixão era, na verdade, contratado pelo fotógrafo. Essa notícia colocou o caráter dessa obra em jogo. De qualquer forma, não podemos negar seu alto valor estético e seu mérito.




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Nesta imagem a fragilidade da mulher com seu filho, atravessando uma movimentada rua, é evidente. A foto congelada cria certa apreensão a quem a observa. O fato da mulher estar na contra luz e os carros estarem bem iluminados, só reforça o contraste de forças evocado pela imagem.


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Esta imagem retrata crianças se divertindo. O garoto, que chegou até a parte de cima da placa, atrai a admiração dos colegas. Aqui, a placa pode ser vista como metáfora para as regras estabelecidas; escalá-la pode ser entendido como um ato subversivo, de contestação, ainda mais porque ela retrata exatamente uma criança atravessando a rua com seu pai.


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Os olhos movimentam-se incessantemente pela imagem. A entrada do metro cria um jogo de curvas muito interessante junto às pernas retratadas no outdoor. Tantas curvas acabam por criar um “circuito” do qual é difícil desvencilhar-se ao observar a imagem, numa observação quase circular.


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Este flagra mostra bastante da preocupação do músico com seu instrumento, mais até que consigo mesmo. Ao cobrir seu instrumento com um guarda-chuva, este homem mostra que talvez o mais essencial para que ele vivesse bem estava fora de si, daí a preocupação em preservar este elemento. Além disso, o clima chuvoso e aparentemente frio traz ainda um tom melancólico à imagem, que nos leva a questionar o que este homem espera debaixo de chuva.
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A composição desta foto cria um movimento incessante para os olhos. Ao observar o garoto à direita, desejamos saber o que ele espia no trabalho colega ao lado. Este, por sua vez, leva nossos olhar pra cima, acompanhando o seu. Ainda há mais um garoto ao fundo, que, ao olhar para a direção da câmera, atrai nossa atenção. Além de intrigante, a imagem ainda conta uma história, ao mostrar a “cola” praticada por um dos alunos, o esforço de raciocínio de outro deles (o que olha para cima) e a dispersão do colega ao fundo, retratando, com apenas uma imagem, uma rotina estudantil muito comum a todos.


"As maravilhas da vida cotidiana são tão emocionantes. Nenhum diretor de filmes pode organizar o inesperado que você encontra na rua". Robert Doisneau.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Jamie Beck e suas fotografias em movimento


A fotógrafa de moda novaiorquina Jamie Beck, possui um trabalha incrível batizadas como “Cinemagraphs”, onde ela mistura filme com fotografia, criando imagens em gif. Mudando totalmente o conceito de gifs animados ao criar uma respeitada forma de arte. Em suas fotos, a artista deixa um toque sutil de movimento, trazendo vida nas fotos, capazes de prender sua atenção.

A fome em Preto e Branco - sebastião salgado



Através da beleza do preto e branco, o fotojornalista Sebastião Salgado, também Doutor em Economia, discute em seus projetos fotográficos a condição desumana a qual são submetidas milhares de pessoas.


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Sebastião Salgado é mineiro da cidade de Aimorés, nascido em 1944, obteve graduação e diploma de mestre em universidades brasileiras e posteriormente se tornou Doutor em Economia em Paris. Sua decisão pela fotografia, especificamente pelo fotojornalismo, surgiu após uma viagem à África em 1971, que fez com uma câmera emprestada por sua esposa. Desde então Salgado largou sua formação para se dedicar ao exercício da fotografia enquanto denúncia social, mostrando através das imagens tecnicamente bem feitas, as mazelas vividas pelos países esquecidos.
Sua esposa Lélia Wanick Salgado é responsável pelo planejamento, edição e projeto gráfico de seus livros, e como é citado no site “Ela é a base e o coração de todas as atividades inerentes ao trabalho do fotógrafo”. Juntos eles coordenam desde 1994 a Amazonas Images, agência localizada em Paris e devotada apenas ao trabalho do fotógrafo.
Sebastião já expôs pelo mundo 14 projetos e assinou 18 livros, tendo eles sido traduzidos para mais de 5 idiomas. Além disso foi autor de alguns curtas metragens instigados pela mesma temática central. Seus trabalhos se estendem pela África e América, onde ele retrata, além da fome, trabalhadores, crianças e animais.
Há uma série de discussões acerca da plasticidade das fotos de Salgado, se há ou não denúncia, ou se deve ser considerado apenas uma imagem bem construída. Muitos olhares transitam sobre seu trabalho – predominantemente preto e branco – analisando apenas o conteúdo estético e se indagando da profundidade ali presente. Há também os que tropeçam pelo conteúdo, tornando a imagem mero objeto de decoração.
Fato é que Sebastião é reconhecido mundialmente como um dos melhores fotojornalistas da atualidade. Creio que não apenas pelo o quê fotografa, mas sim por fazer da forma que o faz, pela habilidade da captura sensível e por exercer sobre nós o fascínio e o deslumbre da imagem bonita; mas derrubando-nos logo em seguida pelo que mostra, pela vida miserável que retrata.
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Para os que ficam na primeira análise: sentimos, pois, suas fotografias – e acredito que tantas outras no mundo – necessitam de um olhar atento, de serem olhadas uma, duas, três vezes, ou o quanto for necessário, desnudando-as e digerindo cada grão. Nunca será completo o decifre, mas sempre proveitoso – ainda mais se tratando se Sebastião Salgado –, acreditem. Para além de seu trabalho há que se enxergar o mundo.
Como adendo vale dizer que desde 1998 até então Salgado e sua esposa se dedicam militantemente à pesquisa e proteção do meio-ambiente e assuntos relacionados à Mata Atlântica, criando em 1999 o Instituto Terra, dedicado à proteção de florestas, bem como o desenvolvimento sustentável e a conscientização da sociedade.
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Site do fotógrafo: amazonasimages.comInstituto Terra.


Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2010/08/a_fome_em_preto_e_branco_-_sebastiao_salgado.html#ixzz1o0iI5z4d

Photoshop: como colorir fotos preto e branco



Aprenda os truques para transformar uma fotografia preto e branco em uma imagem colorida usando o Photoshop, em um processo descomplicado que não exige conhecimentos avançados do software.

Antigamente, quando ainda não existia fotografia colorida, algumas pessoas pagavam para que artistas, usando giz e tinta, colorissem as suas fotos manualmente. Esse processo era trabalhoso e caro, pouco acessível para a maior parte das pessoas. Hoje em dia, porém, com um pouco de paciência e conhecimento do Photoshop, qualquer pessoa pode adicionar cor à uma foto em preto e branco.
Transforme uma imagem preto e branco em colorida (Fonte da imagem: Baixaki)
Fazer isso continua sendo um processo trabalhoso e principalmente demorado, porém não é nada complicado ou impossível de fazer. A demora se dá, pois é preciso pintar cada detalhe da imagem em uma seleção única, e para que o trabalho fique bom, muitas vezes é preciso repetir alguns passos mais de uma vez para fazer os ajustes finos.
Para começar, escolha uma imagem simples, já que é a primeira vez que você fará algo assim. É possível colorir praticamente qualquer fotografia no Photoshop, porém comece devagar. Um retrato simples, sem muitos detalhes e com um contraste balanceado é o ideal.

Primeiro passo - Ajustes primários

O primeiro passo é arrumar os níveis (“Levels”), se isso for necessário. Abra essa configuração pressionando “Ctrl+L” no teclado. Procure deixar a foto com um contraste bem balanceado, sem estourar demais os brancos, pois isso dificulta a coloração.
Com os níveis arrumados, o próximo passo é extremamente importante e não deve ser deixado para trás, ou todo o resto não irá dar certo! Vá em Images > Modes e troque o modo de cores para CMYK. Nada é alterado na hora, porém isso permitirá as mudanças necessárias.
Troque o modo de cores de RGB para CMYK (Fonte da imagem: Baixaki)

Segundo passo - Seleção individual

Para a coloração, é preciso fazer seleções separadas para o cabelo, pele, fundo, olhos, boca, roupas e acessórios. Não importa muito a ordem na qual você fará cada um, mas uma boa dica é começar com a pele, que é a camada maior e mais complicada de colorir. Use a ferramenta de seleção que você preferir, não é preciso ser muito preciso, pois isso é apenas uma base. Para este tutorial, foi usado o laço magnético (“Magnetic Lasso”).
O botão da esquerda adiciona deleção e o da direita, exclue áreas (Fonte da imagem: Baixaki)
Selecione toda a pele visível e exclua da seleção os olhos, boca e acessórios. Para fazer isso você pode usar as ferramentas de seleção contínua e de exclusão que o laço possui. Mude o modo usando os botões indicados na imagem acima, para pegar apenas as partes da imagem que são necessárias. O resultado é algo parecido com o que é visto abaixo:
Selecione toda a pele e exclua a boca, olhos, sobrancelha e acessórios (Fonte da imagem: Baixaki)

Terceiro passo - Máscara de ajustes finos

Agora é a hora de arrumar o que não ficou certinho no passo anterior. Pressione a tecla “Q” no teclado para abrir a máscara rápida (“Quick Mask”), uma ferramenta muito útil na edição personalizada de áreas selecionadas. Quando você entra nesse modo, toda a área fora da seleção feita na pele deve ficar vermelha, como a imagem a seguir:
Os contornos ainda estão rígidos demais (Fonte da imagem: Baixaki)
Porém, como você pode ter percebido, esse contorno está com as bordas “duras” demais. Isso resulta em um resultado artificial, e para corrigir esse problema você deve aplicar uma máscara de blur. Vá em Filters > Blur > Gaussian Blur (Em português, o nome desse filtro é “desfoque gaussiano”, na aba “desfoque”). Normalmente o valor 5 para esse efeito é suficiente para suavizar todo o contorno.
Suavize as bordas da seleção (Fonte da imagem: Baixaki)
Agora vem a parte mágica da máscara rápida. Abra o pincel no painel lateral de ferramentas e use-o para tirar ou adicionar o que quiser à seleção em vermelho. Funciona assim: o pincel preto adiciona o que você quiser e o pincel branco remove. Controle o tamanho e a opacidade desse recurso para as diferentes áreas da fotografia.
Por exemplo, próximo ao cabelo, use uma opacidade baixa e avance um pouco sobre o couro cabeludo. Isso fará com que, ao pintar o cabelo, nenhuma parte fique sem cor e a passagem seja mais natural. Não precisa avançar muito, apenas o suficiente para cobrir toda a pele.
Outro segredo é aplicar a máscara com baixíssima opacidade nas partes “furadas”, como rendas e beirada do cabelo. Escolha um pincel de tamanho médio e mude a opacidade para algo entre 10 e 20% e passe nas partes desejadas. Como você quer tirar o vermelho da seleção, use o pincel na cor branca. Isso fará com que, nas áreas furadas das roupas, ainda seja possível ver o tom de pele da pessoa.
Com a opacidade reduzida, pinte algumas partes da renda (Fonte da imagem: Baixaki)
Após terminar, saia do modo “Quick Mask” pressionando a tecla Q novamente no teclado. Ao fazer isso, toda a seleção feita aparece na imagem, mais ajustada ao contorno correto do que antes. Esse passo é um dos mais importantes, então não se importe de perder bastante tempo fazendo com que a área fique perfeita para continuar com o processo.

Quarto passo - Máscara de cor

Agora é a hora de aplicar a primeira máscara de cor na fotografia. Sem tirar a seleção feita, vá em Layer > New Adjustment Layer > Curves (Em português, abra o menu “Camadas” e adicione uma nova camada de ajuste de curvas.) Nomeie essa camada como “Pele” para que você não se perca na quantidade de layers resultantes no final do processo.
Nova camada de ajuste de curvas (Fonte da imagem: Baixaki)
Agora é a hora que a mudança de RGB para CMKY vai fazer toda a diferença. No ajuste de curvas, você precisa mudar os canais de ciano, amarelo, magenta e preto separadamente para misturar as cores e conseguir bons resultados. Se você não é familiarizado com a configuração de curvas, não se preocupe. Para esse tutorial, basta puxar um ponto no meio do gráfico, para cima ou para baixo. As curvas da pele para a foto usada ficarão dessa forma:
Curvas para cada canal de cor (Fonte da imagem: Baixaki)
É importante pensar nas cores que precisam ficar e nas que precisam ser diminuídas. Por exemplo, para a pele, você precisa aumentar a quantidade de tons rosas e amarelos e diminuir o azul. O preto serve como um ajuste de contraste e é útil para deixar a pele mais brilhante. Só tome cuidado para que as cores não fiquem muito artificiais. O resultado da pele ficou assim:
Resultado parcial com a pele pintada (Fonte da imagem: Baixaki)

Quinto passo - Repita o processo

O quinto passo é, na verdade, a repetição dos passos 2 até o 4, para cada uma das camadas da fotografia. Faça uma seleção para a boca, uma para os olhos, uma para o fundo (procure escolher uma imagem com fundo neutro, para que seja possível aplicar apenas uma cor em todo ele), uma seleção conjunta para o cabelo e as sobrancelhas, uma seleção para as jóias (se elas forem diferentes, faça um contorno para cada uma) e por fim, uma para a roupa.
Essa quantidade de vezes que o processo precisa ser inteiramente refeito é o que torna todo o trabalho demorado, já que selecionar uma área pode ser muitas vezes complicado e desafiador. Não desanime e nem “relaxe” nos últimos, para que o trabalho fique bom por inteiro. É bom começar a praticar esse tipo de tutorial com fotografias simples que contenham poucos detalhes e um fundo neutro, antes de tentar colorir imagens mais complexas.
Suavize o pincel nos contornos próximos ao cabelo (Fonte da imagem: Baixaki)
Para o colar foi usado um tom levemente amarelado, apenas para destacá-lo e tirar os tons de cinza característicos da imagem preto e branco. A roupa, que era preta, mesmo assim foi colorida, também para que a peça ganhasse mais vida.
O cabelo é, sem dúvidas, a parte mais desafiadora de todas. Escolha um tom que não pareça artificial demais, como castanho claro. Cabelos muito escuros ou muito claros ficam bons apenas quando a fotografia já sugere isso, portanto tenha bom senso ao pintar os fios do seu modelo. Nas partes mais externas, para não correr o risco de ficar com um contorno forçado, use um pincel com menor opacidade.

Sexto passo - retoques finais

A foto está quase pronta, mas faltam alguns detalhes (Fonte da imagem: Baixaki)
Se você conseguiu ter a paciência necessária para terminar o quinto passo, a sua imagem deve estar inteira colorida e quase pronta, como a foto acima. Seria possível deixá-la assim, mas dá para fazer alguns retoques que deixarão o resultado final ainda melhor.
Crie um layer normal e vazio (Layer > New > Layer) e coloque-o abaixo de todas as máscaras de curvas, acima apenas do layer principal. Agora pegue um pincel com um tom avermelhado e a opacidade reduzida e pincele um pouco de maquiagem no rosto do seu modelo. Mesmo se for um homem, esse passo é importante para destacar a cor natural da pessoa, já que a máscara de colorização utiliza apenas um tom em toda a pele.
Resultado final do processo de colorização (Fonte da imagem: Baixaki)
A diferença é sutil, mas muito importante para que o resultado final fique mais convincente. Pronto, agora a sua imagem está finalizada e completamente colorida! Pratique essa técnica várias vezes para aperfeiçoar ainda mais o seu conhecimento.
Se você não gostou do resultado logo de cara, não se preocupe. Saia um pouco do computador, esqueça a imagem durante alguns minutos e depois volte para ela. A sua visão ao longo do processo se acostuma com as cores e é normal que você não goste do resultado logo de cara. Peça para que outras pessoas opinem também, é uma ótima maneira de saber se a sua foto colorida ficou realmente boa.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/11963-photoshop-como-colorir-fotos-preto-e-branco.htm#ixzz1o0h1etsQ