Fotografia é minha vida!

"Fotografar é uma maneira de ver o passado. Fotografar é uma forma de expressão, o "congelamento" de uma situação e seu espaço físico inserido na subjetividade de um realismo virtual. Fotografar é um modo de comunicar e informar. Seguindo o raciocínio, a linguagem visual fotográfica além de ser mais forte não é determinada por uma língua padrão, não precisando assim de uma tradução, uma vez que o diferem são as interpretações." (desconheço o autor)"

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

7. Distância Focal



VOCÊ DEVE CONHECER COMO “ZOOM”. A DISTÂNCIA FOCAL DEFINE O CAMPO DE VISÃO DE UMA LENTE.

A distância focal é medida em mm (milímetros) e define o quanto você consegue ver a partir de uma lente. Quando maior o valor, mais “fechado” será o ângulo de visão de uma lente. Quando esse valor é menor, mais “aberto” será o ângulo de visão de uma lente.
Veja abaixo exemplos para entender melhor. Nestes exemplos o fotógrafo está sempre na mesma distância do assunto fotografado, a única coisa que muda é a lente!
distancia-focal-1


Fonte :  http://www.dicasdefotografia.com.br

Qual a diferença entre câmera Compacta, Semi-Profissional e Profissional?


Como tem muita gente me perguntando as diferenças entre esses três tipos de câmera, resolvi fazer esse post para tirar todas as dúvidas. Vamos lá!!
Câmeras Compactas:
São famosas, leves, pequenas, baratas, cheias de novidades, firulas e coisas legais. Lançam uma nova por mês, existem de várias marcas e cada marca tem trocentos tipos.  A cada mês aparece um novo modelo com mais megapixels que a anterior, zoons impressionantes e uma ou duas funções inovadoras (smile-shot, face-detector, a prova d’água, anti-impacto, redutor de movimento, filmadora…).
Preço: 
De R$250,00 a R$750,00
Prós:
  • Pequenas e leves, o que as torna fáceis de carregar até no bolso.
  • Baratas, o que as torna fáceis de comprar e pouco visadas por ladrões (ou pelo menos sem muito dano colateral caso seja roubada)
  • As funções legais mencionadas são…legais.
Contras:
  • Sem ajustes de abertura e velocidade, ou seja, ela faz automaticamente, ou seja, a foto pode não sair do seu gosto
  • Tem sensores bem pequenos (7,2 x 5,3 mm). O sensor é onde a imagem vai ser captada, faz papel do filme fotográfico. O filme fotográfico tinha 36 x 24 mm…deu pra sacar que o sensor é beem menor. E quanto menor, menos qualidade (pode ser impressionante, mas uma antiga câmera analógica tem mais qualidade que uma compacta)
  • Cada vez mais e mais megapixels…pode parecer uma coisa boa, mas quando você espreme 18 megapixels em um sensor tão pequeno, em vez de melhorar a qualidade, ela acaba piorando.
Conclusão:
É uma boa idéia ter uma compacta, é legal para fotografar e treinar no dia-a-dia enquadramento, luz, clicar momentos que não queremos perder…mas ela não substitue uma profissional e não vai ter fotos com ótimas qualidades.
Câmeras Semi-Profissionais:
Aqui vale uma observação: O que chamamos de semi-profissionais, no mundo da fotografia são chamadas de UZ (Ultra Zoom). São as menos famosas, com menos modelos, só que mais marcas por trás (quase todas as marcas que fazem compactas, tem pelo menos um modelo de semi). Sua falta de sucesso provavelmente se deve ao fato das semis ficarem “em cima do muro”. Não são tão baratas, leves ou pequenas quanto as compactas e nem tão poderosas quanto as profissionais.
Preço: 
De R$800,00 a R$ 1.100,00
Prós:
  • Tem sensor um pouco maior que as compactas.
  • Possuem alguns ajustes a mais.
  • Mais barata que uma profissional.
Contras:
  • Não são tão fáceis de carregar por serem um pouco maiores.
  • Não há possibilidade de trocar a lente, fato possível em uma profissional.
  • Não tem muitos modelos para se escolher, ficamos presos aos poucos que existem.
Conclusão:
Não é tão boa idéia assim ter uma semi-profissional. Elas ficam com o pior dos dois mundos. Elas só são boa idéia, caso você queria muito ter algo melhor que uma compacta e não tenha paciência de juntar dinheiro para uma profissional básica.
Câmeras Profissionais:
Também são chamadas de DSLR (Digital Single Lens Reflex) ou SLR. Os dois principais aspectos de uma profissional e o que a caracterizam nessa categoria são: a possibilidade de ajustar tudo (ISO, Abertura, Exposição, Foco, Distância Focal…) e ter lentes intercambiáveis (pode-se comprar vários tipos de lentes, cada uma com um aspecto e uma finalidade diferente, e trocá-las na câmera). São mais caras, mais pesadas, maiores. Existem vários modelos, mas poucas marcas por trás (duas principais: Nikon e Canon; uma que está ganhando mercado: Sony; e outras secundárias: pentax, olympius). A luta é basicamente disputada entre Nikon e Canon, sempre com a Sony correndo atrás. Tem grandes variações de preço, principalmente porque algumas profissionais são Full Frame, ou seja, tem o sensor com o mesmo tamanho de um filme (coisa muito, muito cara de se fazer).
O mundo da fotografia profissional vai se referir às DSLR full-frame como profissionais e as DSLR que não são Full-Frame como semi-profissionais (por isso que, para não haver confusão, eles chamam as câmeras que ficam entre as compactas e as DSLR, de UZ).
Preço:
Entre R$1.500,00 e R$15.000,00 (ou mais)
Prós:
  • Grandes sensores chegando até full frame, o que garante uma excelente qualidade.
  • Possibilidade de fotografar em Raw, formato sem comprassão que mantém toda a qualidade de imagem permitida pela câmera.
  • Possibilidade de ajustar diversas coisas e fazer fotos bem específicas e diferentes.
  • Grande variação de preço, atendendo a uma grande gama de fotógrafos.
Contras:
  • São grandes e pesadas, sempre precisam de um case e uma mochila.
  • Fotos em Raw não são fáceis de visualizar em qualquer programa, é necessário plugins ou programas de edição de foto (Raw Studio, Ligthroom, CameraRaw, f-spot etc)
  • As imagens são mais pesadas, as vezes com mais de 15mb por imagem, então é necessário um lugar para armazená-las e garantir sempre um Backup (HD Externo)
Conclusão:
Não são baratas, nem leves, nem pequenas…mas os ajustes e qualidade de imagem valem pelo resto. É uma câmera para aqueles que querem realmente aprender a fotografar. Ou para os que querem por em prática o que já sabem. Se tiver o dinheiro, a vontade e a disposição…as SLR valem a pena.
No final de tudo a câmera pode ajudar um fotógrafo, mas uma câmera sem um fotógrafo dedicado, que gosta do que faz e tem paixão pela fotografia…é só uma câmera qualquer.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Bistrô Vivere Parvo












http://www.vivereparvo.com/


pt-br.facebook.com/pages/Bistro-Vivere-Parvo/171928416207644




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O MITO GREGO SOBRE A ORIGEM DO MAL: A CAIXA DE PANDORA


Sempre causou perplexidade aos filósofos e teólogos a existência do mal no mundo.
Afinal se Deus é bom, justo, infalível e poderoso, como o mal pode surgir em sua obra e por que o mal parece ser tão difícil de ser suprimido?
Essa indagação gerou os mais diversos mitos explicativos nas antigas tradições, como a saga de Seth e Osíris, no Egito, Ormuz e Ariman, na Pérsia, Adão, Eva e a serpente, entre os hebreus e o mito de Pandora entre os gregos.
Embora sejamos herdeiros da tradição judaico-cristã e o mito de Adão e Eva tenha sido consagrado como verdade literal e absoluta pelos teólogos fundamentalistas judeus e cristãos, precisamos reconhecer a beleza e a profundidade do mito grego de Pandora, que é mais engenhoso e rico em nuances psicológicas.
A estória começa com Prometeu , um dos titãs, escalando o Olimpo e roubando o fogo dos deuses para oferecer aos homens (o fogo do conhecimento?).
Zeus, o rei dos deuses, furioso com tamanha ousadia, prendeu-o e o amarrou em um rochedo, onde um abutre vinha todos os dias comer-lhe o fígado, que se regenerava durante a noite, para ser comido novamente pelo abutre no dia seguinte. Esse mito sugere o sofrimento caudado pela insaciedade do homem e, em outro nível, significa o longo e penoso ciclo de morte e renascimento, que os budistas denominam roda do Sansara.
Zeus, porém, não satisfeito com a vingança desfechada contra o ladrão, resolveu vingar-se também de todos os homens beneficiários  do fogo roubado por Prometeu. Então ordenou que Hefesto, o Deus-ferreiro do mundo subterrâneo, fizesse a mulher.
Hefesto fez uma mulher belíssima chamada Pandora e a apresentou a Zeus antes de ela descer à superfície da Terra. Zeus, admirado com a obra de Hefesto, despachou Pandora para a Terra, mas antes lhe deu uma grande e belíssima caixa de marfim ornamentada fechada e também lhe deu a chave, dizendo-lhe: “Quando você se casar, ofereça esta caixa como dote ao seu marido, mas a caixa só pode ser aberta após seu casamento”.
Em pouco tempo, Pandora conheceu Epimeteu, irmão mais novo de Prometeu e logo se casaram. A princípio, Pandora estava muito feliz com seu casamento e passava os dias cuidando da casa e do lindo jardim, tendo se esquecido da caixa.
Porém Epimeteu viajava constantemente e, certa vez, ficou muito tempo longe de casa. Pandora sentia-se só e triste. Lembrou-se da caixa e foi até o canto onde estava guardada examiná-la curiosamente. Enquanto observava os lindos detalhes e adornos externos, Pandora pareceu ouvir pequenas vozes gritando lá de dentro e dizendo: “Deixe-nos sair!..Deixe-nos sair...”. Pandora não podia esperar mais. Foi correndo buscar a chave e imediatamente abriu a tampa da caixa. Para sua grande surpresa centenas de pequeninas e monstruosas criaturas, parecendo terríveis insetos, saíram voando lá de dentro, com um zumbido assustador.
Muitas dessas horríveis criaturas a picaram na face e nas mãos e saíram em enxame pela janela, fazendo um barulho infernal. Logo a nuvem desses insetos cobriu o sol, e o dia ficou escuro e cinzento. Apavorada, Pandora fechou a caixa e sentou-se sobre a tampa.
As picadas dos insetos doíam muito, mas algo mais a estava preocupando: Ela estava tendo toda a espécie de sentimentos e pensamentos sombrios e odiosos que nunca tivera antes. Sentiu raiva de si mesma por ter aberto a caixa. Sentiu uma grande onda de ciúme de Epimeteu. Sentiu-se raivosa e irritada. Percebeu que estava doente de corpo e de alma.
Súbito pareceu-lhe ouvir outra vozinha gritando de dentro da caixa: “Liberte-me! Deixe-me sair daqui!”. Pandora respondeu rispidamente: “Nunca! Você não sairá ! Já fiz tolice demais em abrir essa caixa!”
Mas a voz prosseguiu de dentro da caixa: “Deixe-me sair, Pandora! Só eu posso ajudá-la!”
Pandora hesitou, mas a voz era tão doce, e ela se sentia tão só e desesperada,que resolveu abrir a caixa. De lá de dentro saiu uma pequena fada, com asinhas verdes e luminosas que clarearam um pouco aquele quarto escuro, aliviando a atmosfera que se tornara pesada e opressiva. “Eu sou a Esperança”, disse a fada. E prosseguiu: “Você fez uma coisa terrível, Pandora! Libertou todos os males do mundo: egoísmo, crueldade, inveja, ciúme, ódio, intriga, ambição, desespero, tristeza, violência e todas as outras coisas que causam miséria e infelicidade. Zeus prendeu todos esses males nessa caixa e deu a você e a seu marido. Ele sabia que você iria, um dia, abrir essa caixa. Essa é a vingança de Zeus contra Prometeu e todos os homens, por terem roubado o fogo dos deuses!”
Chorando copiosamente, Pandora disse: “Que coisa terrível eu fiz! Como poderemos pegar todos esses males e prendê-los novamente na caixa?”
“Você nunca poderá fazer isso Pandora!” Respondeu tristemente a fada da Esperança. “Eles já estão todos espalhados pelo mundo e não podem mais ser presos!”
“Mas há algo que pode ser feito: Zeus enviou-me também, junto com esses males, para dar esperança aos sofredores, e eu estarei sempre com eles, para lembrar-lhes que seu sofrimento é passageiro e que sempre haverá um novo amanhã !”
Em um ponto, o mito de Pandora é essencialmente diferente do mito de Adão e Eva.
O mal que se propagou no mundo também faz parte de uma decisão de Zeus e não da intervenção de um adversário externo, como Satã, que tem planos e desígnios contrários ao Deus Supremo.
Embora no constructo mitológico o surgimento dos males esteja descrito como uma “vingança de Zeus” está claro que foi uma Conseqüência de os homens se terem apropriado de um elemento divino – a autoconsciência e o conhecimento do bem e do mal, simbolizados pelo fogo dos deuses, mas ainda não estarem maduros para lidar com esse poderoso elemento, até então de posse exclusiva dos deuses.
Os homens adquiriram uma faculdade de conhecimento até então exclusiva dos deuses e se tornaram potencialmente divinos, mas ainda eram primários e animalizados (nos mitos, este estágio da humanidade é representado pelos titãs ou pelos homens da Atlântida) para saberem lidar com essa força divina que agora existia em sua alma.
Analogamente, podemos citar o fato de que os chimpanzés aprenderam a técnica de usar pedras para quebrar nozes, mas imaginem quantos males aconteceriam na floresta se eles aprendessem a fabricar dinamite.
O homem físico não passa de um chimpanzé ligeiramente aperfeiçoado, dotado de uma centelha de consciência que pertence à ordem divina do Universo. Essa coexistência entre nossa natureza animal e nossa natureza divina é a causa de todos os males, pois o conflito é inevitável enquanto a natureza divina ainda não “domou” e “domesticou” totalmente a natureza animal.
No mito de Adão e Eva, parece que existe uma possibilidade de se evitar o pecado e a queda, enquanto no mito grego essa inevitabilidade é evidente: Uma vez que Prometeu roubou o fogo dos deuses, as conseqüências viriam inevitavelmente: Zeus sabia que Pandora abriria a caixa, enquanto no mito hebreu parece que Deus não sabia se Adão obedeceria ou não à proibição divina de comer o fruto proibido.
Aos compararmos a versões mitológicas análogas da cultura hebraica e da grega, não queremos valorizar uma e desvalorizar a outra, mas sim destacar o fato de que as tradições refletem o contexto cultural e religioso dos povos a que se destinam.
A cultura hebraica jamais poderia supor que Deus pudesse também dar origem ao mal, visto que seria inadmissível que um Deus Bom e Justo pudesse originar o mal.
A cultura grega jamais poderia admitir que o Deus Supremo pudesse ter um adversário e opositor, visto que um Deus Sábio e Poderoso não poderia ter sua obra obstruída por algum adversário.

Sempre que aplicamos atributos e qualificações à Divindade, essas distorções são produzidas, porque as atribuições são qualificações antropomórficas feitas pelos próprios homens , que criam uma imagem de Deus, como uma imagem sublimada de si próprios, projetando nela as imagens e ideais mais valorizados pelas diversas sociedades humanas.


fonte : http://www.sociedadeteosofica.org.br/bhagavad/site/livro/cap56.htm

Báu de Pandora - Segredos















Segredos todos nós temos.

São salas sombrias, portas com trancas, 

caminhos vividos e dores adormecidas.

São pedaços da vida que deixamos, 

misteriosamente, atrás de nós, estender-se 

nas sombras para vestir-se de silêncio, 

aparentemente, esquecidos.

São histórias que sagram na alma e que

 desencadeadas, se enroscam, se agarram 

e embalde nos deixam esquecê-las.

São como um baú de preciosidades misterios

as, escondido no sótão da nossa mente com 

o intuito de reguardar imagens, demarcar 

vivências, esconder derrotas ou impasses e,

 predestinado a permanecer na escuridão.

É proteção mística, tal qual a caixa de 

Pandora, que encerra dentro em si mistério,

 vida, sonhos perdidos, esquecido canto,

 prisioneiro sentimento e outros tantos 

momentos à depurar para não nos tragar

 no tempo e roubar da vida o encanto.


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Book Gestante de Gabriela











10 dicas para quem vai posar para um book de grávida


Você está pensando em fazer uma sessão de fotos (com fotógrafo profissional ou não) para guardar para sempre sua imagem de grávida? 



As fotos do book de grávida são uma lembrança que você vai ter de uma fase tão cheia de expectativa e emoção. O BabyCenter Brasil recolheu com fotógrafos e com leitoras dicas e toques para você tirar o máximo da sua sessão de fotos. 



Não espere demais: faça o book entre as semanas 30 e 36 

A opinião dos fotógrafos é que a época ideal para fazer o book de grávida é entre o sétimo e o oitavo mês, quando a barriga já está bem redondinha e saliente, mas a mulher ainda não está tão inchada. 


Se você quer fazer o book, programe-se para tirar as fotos entre a 30a. e a 36a. semana de gravidez. 

Durma sem nenhuma lingerie no dia da sessão 

Essa é a dica da fotógrafa Janine Trassi: no dia em que for tirar as fotos, não vista nenhum tipo de calcinha e sutiã, nem durante a noite, nem durante o dia, e use uma roupa bem soltinha. 




"Mesmo que não se faça o nu lateral tradicional da gestante, inevitavelmente a lateral dos seios e dos quadris deve aparecer nas fotos, por isso é preciso ter cuidado com essas marcas de roupa!", diz a fotógrafa. 


Faça uma maquiagem bem leve 

A maquiagem precisa ser leve, só corretiva mesmo. Como você vai tirar fotos de corpo inteiro, diferenças no tom da pele (entre o rosto e o pescoço, por exemplo) acabam aparecendo. Talvez você precise esconder algumas estrias indesejadas na barriga. Se tiver a linha vertical no meio da barriga, mostre sem medo! Ela é marca registrada da gravidez. 


Para o cabelo, faça no máximo uma escova. A ideia é que você esteja linda, mas bem natural. "Nada de penteados elaborados ou maquiagem de festa!", afirma a fotógrafa Janine Trassi. 


Considere posar para as fotos em casa 

Converse com o fotógrafo para ver o que ele acha de fazer as fotos na sua casa. Em casa você não precisa se preocupar em levar as roupas adequadas, fica mais à vontade e o clima fica mais íntimo. 


Fica mais fácil também para usar objetos do bebê na composição das fotos, ou usar o próprio quartinho do bebê como cenário para algumas fotos. 


É claro que a casa precisa estar mais ou menos em ordem, e ter pelo menos uma parede neutra. O ideal é levar o fotógrafo até sua casa antes da sessão, para o profissional avaliar o clima e as possibilidades. Se não der, envie fotos. 


Pense na opção de fazer fotos ao ar livre 

Leitoras do BabyCenter Brasil contaram que ficaram muito satisfeitas com sessões de fotos feitas ao ar livre: na praia, em um parque... É claro que tudo depende do que o fotógrafo concorda em fazer. Mas as fotos ao ar livre tendem a ficar mais naturais que as feitas em estúdio. 


Fotos ao ar livre também são uma boa opção para quando o fotógrafo que vai fazer as fotos não é profissional. Prefira o começo da manhã e o fim da tarde para as condições mais bonitas de luz. 


Roupas: quanto mais básicas, melhor 

Separe calças básicas e tops que deixem a barriga à mostra. O preto é o mais neutro. Uma camisa branca também funciona muito bem. 


Procure não usar, em princípio, nenhum tipo de acessório (relógio, joias etc.) Se tiver alguma coisa de valor sentimental que você queira usar, leve e peça a opinião do fotógrafo, até para valorizar a peça. 


Use objetos significativos para compor as fotos 

Se você não for fazer as fotos na sua casa, faça uma malinha e leve objetos simbólicos. Vale o sapatinho do bebê, o casaquinho de tricô que a vovó fez, o porta-retrato com a foto de alguém especial que não está presente... 


Inclua o papai nas fotos 

"Morri de chorar quando vi a foto do meu marido com a barrigona", contou uma leitora do BabyCenter Brasil. Outra concordou: "O papai, apesar de um pouco tímido, também participou das fotos e ficou lindo!". 


"Nós fizemos fotos bem carinhosas entre nós, bastante beijo na barriga e carinho no olhar", contou outra leitora. 


Você também pode incluir filhos mais velhos. As fotos ficam lindas e muito significativas. Mas procure se organizar para a criança ficar na sessão só por algum tempo, ou leve outra pessoa para tomar conta dela enquanto você posa para as outras fotos sozinha. Não vai dar muito certo tentar relaxar e tirar fotos lindas tomando conta de outras crianças ao mesmo tempo. 


Pesquise opções de poses e vá com imagens na cabeça 

Antes da sua sessão, dê uma olhada na galeria de fotos de books de grávida do BabyCenter, para já ter uma ideia das poses de que gosta e de que não gosta. 


Pesquise também no site do próprio fotógrafo e faça uma busca geral na Internet. Assim você já vai para a sessão sabendo quais fotos quer fazer com certeza e que tipo de coisa prefere não fazer. 


Procure alternativas para baratear o book 

Se não dá para pagar um fotógrafo profissional, reserve um dia para uma sessão especial de fotos e faça toda a preparação como se fosse fazer um book mesmo. Peça a uma amiga ou ao papai do bebê para tirar as fotos. Não economize nas poses! Não tire uma foto só em cada pose. Tire muitas. Com a fotografia digital, fica fácil ir selecionando o que não ficou bom. 


Existem também outras alternativas. Uma leitora contou que encontrou um estúdio que fazia as fotos na hora. "Saiu bem mais barato do que com um fotógrafo particular". Outra afirmou que comprou a sessão num site de compras coletivas. 


Use sua criatividade para fotografar o barrigão. A melhor dica vem de uma leitora: "Esteja linda e sorridente e tudo vai ficar perfeito!" 


O que importa é ter uma lembrança bonita da fase da gravidez. Mas saiba que, depois que o bebê chegar, as fotos de grávida acabam perdendo um pouquinho o charme diante das fotos da grande estrela da família: o seu bebê!