Fotografia é minha vida!

"Fotografar é uma maneira de ver o passado. Fotografar é uma forma de expressão, o "congelamento" de uma situação e seu espaço físico inserido na subjetividade de um realismo virtual. Fotografar é um modo de comunicar e informar. Seguindo o raciocínio, a linguagem visual fotográfica além de ser mais forte não é determinada por uma língua padrão, não precisando assim de uma tradução, uma vez que o diferem são as interpretações." (desconheço o autor)"

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Boudoir.



Boudoir originalmente (e antigamente) era um quarto destinado à arrumação das mulheres — o lugar de apertar o corselet e se jogar no pó de arroz. Uma espécie de closet da época da Vovó!
Hoje para a fotografia, Boudoir é uma tendência internacionalmente conhecida (bastante atacada pela crítica devido ao uso indevido da pela conotação sensual das fotos) que quando bem executada, é de extremo bom gosto. Infelizmente, tenho visto vários fotógrafos (aqui no Brasil principalmente) optando de forma vulgar/brega por este tipo de ensaio o que acaba, muitas vezes por falta de estudo, expondo as suas clientes.
Para dar aquele help amigo às ladies que gostam do estilo e aos fotógrafos que pretendem se arriscar nesse mercado, hoje o Atelliê dá uma aulinha (básica!) para não ser motivo de constrangimento e conseguir arrancar suspiros de bom gosto.
Vamos lá?


A proposta do estilo Boudoir é exaltar a feminilidade da mulher, de uma maneira muito natural e simples, tendo como cenário ambientes comuns, como suítes (na minha opinião aquelas com algum toque vintage combinam muito mais com a essência do que é Boudoir) e o figurino composto por lingeries (não muito provocativas) e roupas em tecidos leves.
Dica: O retrô casa muito bem nestas produções bem como muita, muita iluminação natural!

Acho que o motivo de tamanha popularidade da Fotografia Boudoir é a capacidade de tornar qualquer mulher uma diva! O diferencial do fotógrafo é ter um olhar que valorize o melhor de cada pessoa, às vezes usando enquadramentos bem diferenciados mas que oferecem um efeito e tanto para quem vê o trabalho pronto. Para resumir em apenas uma palavra eu diria: Elegância.
A moda ultimamente, tem sido presentear o maridão antes do casamento com um book Boudoir. Mas lembre-se que se quiser realmente impressionar, procure um fotógrafo com um portfolio bacana ao invés de cair na lábia dos charlatões por aí… separei algumas fotos que exemplificam o que é esse tipo de fotografia, que eu particularmente, acho lindo!


Não tem nada de vulgar, não é mesmo? Estas fotos que mostrei, onde tudo é muito bem feito, são partes de um trabalho impecável executado pelo estúdio The Boudoir Vixen, que trabalha com suas modelos/clientes de uma forma maravilhosa!

A arte da boa Fotografia: Composição.


Uma das decisões que o fotógrafo precisa tomar é onde se posicionar e para onde apontar a câmera. Embora os avanços tecnológicos  que a exposição e focalização sejam com freqüência determinadas automaticamente, é sempre o fotógrafo que decide como enquadrar a imagem no visor e a composição, portanto, é essencial para simplificar o mundo desordenado à nossa volta.
Em vez de simplesmente achar o que fotografar, há meios de enfatizar algumas partes da cena, enquanto se tenta esconder ou disfarçar outras. Isso é composição. Significa colocar coisas em ordem — mais ou menos como dispor palavras numa sentença para contar uma história pessoal ou fazer um relato em primeira mão do que se viu.
Embora existam regras que podem orientar suas composições, é importante ter em mente que há mais de uma maneira de enquadrar uma foto perfeita e é possível montar um variado portfolio durante uma curta permanência em uma locação, simplesmente trabalhando duro na composição.
Parte do processo de composição implica decidir onde colocar o principal motivo dentro do quadro. Muitos fotógrafos simplificam a composição de suas fotos, mantendo apenas um motivo principal e dispondo todos os demais elementos de modo a torná-los secundários. É possível colocar esse foco principal no centro do quadro, uma abordagem útil quando se quer mostrar a harmonia ou tranquilidade de uma cena, ou enfatizar a simetria que se percebeu no motivo. Entretanto, essa abordagem pode fazer a composição parecer elaborada demais.
Na maioria das cenas, vale a pena colocar os elementos-chaves fora do centro. Isso produz uma foto de aparência mais dinâmica, pois cria desequilibrio dentro do quadro.

Compreender bem o que é composição lhe permite estudar muitas possibilidades diferentes dentro de uma mesma cena. Ao explorar tantas posições da câmera quanto possível, você não estará apenas descobrindo novos ângulos do motivo em si — descobrirá também que o primeiro plano e o fundo da fotografia mudam a cada novo ponto de vista. Dê alguns passos para o lado, por exemplo, e o primeiro plano da foto com grande-angular pode mudar completamente. Do mesmo modo, aproximar-se do motivo, ou usar uma lente alternativa, pode ter efeitos radicais sobre o fundo.
À medida que você se movimenta, entram no campo de visão elementos diferentes, que podem ser usados para equilivrar o motivo ou enquadrar a foto. A iluminação também mudará e isso abre novas possibilidades de obter um novo ângulo num local já muito conhecido — sem levar  em conta as diferentes horas do dia e estações do ano, que ainda podem lhe dar outras ideias.
Horizonte Baixo
Nesta foto, o céu predomina e o horizonte está bem baixo no quadro. Tradicionalmente, o horizonte é colocado no terço superior nas fotos de paisagem, mas não tenha medo de variar, afinal o céu pode lhe parecer mais interessante e assim ocupar dois terços da foto.
(© Lívia Fernandes)
Quadros dentro de Quadros
E embora seja possível dar às fotos depois de clicadas qualquer forma e tamanho, há também maneiras de inovar no enquadramento no momento que se fotografa. Quadros dentro de quadros pode ser um meio de esconder detalhes em primeiro plano que distraem a atenção, mas também é um meio de dar às fotos uma sensação de profundidade, pois os quadros acrescentam outra camada à imagem, observe este exemplo de quadro fora de foco.
(© Larissa LaLi)
Extremos de Luz e Sombra
Nesta fotografia do cantor e compositor carioca Cícero, a silhueta de um portal garante uma moldura ornamentada para o foco óbvio da imagem. É interessante perceber e brincar com este forte contraste entre diferentes intensidades de iluminação.
(© Marcos Alves - Agência O Globo)
Momento Exato
Composição não é somente enquadrar a foto, mas também apertar o obturador no momento certo. Tirada no momento errado, a foto poderá perder um pouco de sua força. Em algumas situações (como um vencedor cruzando a linha de chegada) preparativos e prática contam tanto quanto a sorte, mas são especialmente em eventos menos previsíveis que momentos mágicos podem ocorrer — quando dois ou mais elementos podem se juntar repentinamente para criar uma composição artística e dinâmica, como o exemplo que pode ser observado no movimento do cachorro e da criança em primeiro plano, bem como nos olhares e expressões dos meninos mais afastados.
(© André Felipe de Medeiros)
Olhe para cima
Vale a pena ficar atento como a luz natural está mudando ao longo de sua visita ou photoshoot. Aqui, as nuvens resolveram sair do caminho e um raio de luz iluminou de repente garantindo uma iluminação totalmente nova ao ambiente que estava sendo fotografado.
(©Larissa LaLi)
Paisagem Tonal
Numa imagem bidimensional, podemos perceber a forma e a textura graças a sutis variações de tom. Uma maçã vermelha, por exemplo, não terá a mesma cor e matiz em toda a sua superfície visível. Embora a forma seja considerada vital em fotografias de natureza morta e retratos, também é fundamental em paisagens. Nesta foto, são as sutis diferenças nos tons de bege (do chão ao céu) que revelam ao espectador as ondulações e a percepção da solidez.
(© Sull Maia)
Uso de Sombras
Embora à primeira vista essa imagem parecer ter uma única cor, a luz que entra pela janela produz sombreado suficiente para revelar a forma da modelo. A padronagem na roupa de cama gera um contraste com a suavidade da textura da pele que nos convida para um questionamento: quanto você observa da forma dos objetos que fotografa? Aprenda a olhar os detalhes para entender como o tom se altera em diferentes superfícies.
(© Isadora Ribeiro)
Escolha do Plano de Fundo
Padrões espontâneos ou não são um plano de fundo agradavel e repousante. Aqui, cadeiras empilhadas constituem um fundo bastante interessante e uniforme, cuja padronagem de cores não conflita com a modelo que continua sendo o foco óbvio de atenção.

De volta para o futuro.


O projeto Frightening Proximity of the Past – WWII Photo Collages (Assustadora Proximidade com o Passado – Colagens da Segunda Guerra Mundial), é um projeto do fotógrafo russo Sergey Larenkov.
As fotos que você verá a seguir são de Sergey (tanto as antigas quanto as atuais), ele as combinou na mesma perspectiva, e com essa técnica super simples rompeu as barreiras do tempo e fez com que os fantasmas daquela guerra voltassem a povoar as ruas, dando vida as lendárias fotografias que (infelizmente) marcaram uma época.  Como o próprio nome já diz, é muito assustador, por outro lado, é bastante interessante.

É PRA COMEMORAR!!!!!!!!!!!!!

É PRA COMEMORAR!!!!!!!!!!!!!

A maior foto do mundo agora é brasileira

Criada pelo grupo do fotógrafo e matemático Luiz Velho, a fotografia é composta por 6 mil imagens, totalizando 163 bilhões de pixels e foi tirada do alto do Pão de Açúcar no Rio de Janeiro.


Fotografia completa tirada de cima do Corcovado, no Rio de Janeiro.
Fonte da Imagem: Gigapan/Luiz Velho/Inpa
Imagine estar no alto do Pão de Açúcar, apreciando a vista, e poder aproximar sua visão tanto que é possível ver as pessoas olhando a paisagem da base do Cristo Redentor. Foi isto que conseguiu o grupo de fotógrafos liderados por Luiz Velho, do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), do Rio de Janeiro.
Em quatro horas a equipe tirou aproximadamente seis mil fotografias com 18 megapixels cada uma (feitas com uma Canon T2i e um robô Epic Pro, bem como um software para sincronização e mescla das imagens).
Detalhe do Cristo Redentor na fotografia acima.
Fonte da Imagem: Gigapan/Luiz Velho/Inpa
A junção de todas as imagens produziu uma única foto, com largura equivalente a de dois quarteirões e 163 bilhões de pixels. Outra foto foi tirada pela equipe, desta vez no alto do Cristo Redentor.
É possível visualizar nas fotografias detalhes como o Museu De Arte Contemporânea De Niterói (MAC) e a estátua de Chopin na Praia vermelha. Para procurar mais pontos turísticos, acesse o site da fotografia.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/6246-a-maior-foto-do-mundo-agora-e-brasileira.htm#ixzz1kNSK3Bop

Cientistas japoneses apresentam software capaz de criar modelos 3D de rostos a partir de uma única fotografia



O programa inovador promete avanços à industria de jogos, trazendo mais rapidez e menos custos para a modelagem de rostos 3D.



Estudantes e pesquisadores da Universidade Waseda, no Japão, apresentaram um software capaz de criar modelos 3D de qualquer rosto de forma rápida, utilizando apenas uma fotografia 2D, através da combinação de dados obtidos na imagem e modelos pré-existentes. A novidade poderá beneficiar a indústria de jogos no futuro, trazendo mais realismo para os personagens.
O software é inovador, pois permite que a experiência da modelagem 3D se torne acessível a praticamente qualquer pessoa com um computador e uma câmera básica. Por facilitar tanto o modo como é possível modelar um rosto em três dimensões, o programa desenvolvido poderá deixar muito mais barato e rápido o processo de desenvolvimento de jogos, permitindo inclusive que o usuário jogue usando um personagem com o seu próprio rosto.
Aparência do software
Fonte: Reprodução
Usando uma webcam, o operador do software pode tirar uma foto frontal e usá-la para criar um modelo 3D do rosto fotografado. O modelo é criado combinando pontos específicos da face da pessoa com modelos pré-existentes de formatos de rosto. É como se ele pudesse pegar a imagem e “vestir” a mesma em uma máscara 3D em branco.
Funcionamento principal do programa
Fonte: Reprodução
O vídeo abaixo, em inglês, traz a explicação de um dos desenvolvedores do programa sobre o funcionamento e as possibilidades de uso:
Apesar de poder ser utilizada qualquer fotografia, incluindo imagens obtidas com webcams, é recomendado que, para criar modelos com mais qualidade, o usuário utilize uma câmera SLR ou outra com qualidade profissional.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/5485-cientistas-japoneses-apresentam-software-capaz-de-criar-modelos-3d-de-rostos-a-partir-de-uma-unica-fotografia.htm#ixzz1kNRkumM4