Fotografia é minha vida!

"Fotografar é uma maneira de ver o passado. Fotografar é uma forma de expressão, o "congelamento" de uma situação e seu espaço físico inserido na subjetividade de um realismo virtual. Fotografar é um modo de comunicar e informar. Seguindo o raciocínio, a linguagem visual fotográfica além de ser mais forte não é determinada por uma língua padrão, não precisando assim de uma tradução, uma vez que o diferem são as interpretações." (desconheço o autor)"

domingo, 30 de janeiro de 2011

A fotografia influenciada pela pintura


A arte da fotografia surgiu da pintura e por isso hoje irei falar um pouco dos quadros do pintor Holandês Rembrandt, (1606-1669) da escola barroca, que fez sucesso como retratista. Em suas obras é possível observar a predominância do uso da luz e sombra como destaque e contrastes, mantendo a técnica já absorvida no conhecimento do "ponto de ouro" grego. A iluminação em pintura de pessoas proporcionava o destaque da textura da pele com suas saliências e depressões. Os contornos dos rostos mais marcados só foram possíveis graças ao controle da luz de Rembrandt em suas obras. Abaixo alguns quadros do pintor.


http://soniabittencourt.blogspot.com

Diversificação da luz na fotografia


Sempre procuro novidades da fotografia para passar para você mas hoje irei reforçar uma teoria que havia introduzido há um tempo atrás neste blog. Encontrei este texto abaixo que fala dentre outras coisas, de luz. É uma dissertação de mestrado, apresentada no Curso de Pós-Graduação de Comunicação e Poéticas Visuais, da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação do Câmpus de Bauru.
Conceituação: luz dura e luz suave
A iluminação pode ser gerada por várias fontes de energia luminosa. A mais poderosa e conhecida é a luz gerada pelo sol. No entanto nem só da luz do sol vivem as produções. Por esta razão foram desenvolvidas fontes de luz artificiais para que o produtor possa delas se utilizar conforme os resultados que pretende em uma cena.
Independente se naturais ou artificiais há dois tipos básicos de fontes de luz: a luz chamada dura e a luz chamada suave. Luz dura é aquela que produz sombras bem definidas, com a transição entre a sombra e a parte iluminada bem demarcada. A luz dura é bem definida e tem seus feixes luminosos em uma mesma direção, por isso é chamada de luz direcional.
Luz suave é a que produz sombras desfocadas, indefinidas, com a transição entre o claro e escuro pouco demarcada. A luz suave é difusa e não direcional pois os feixes luminosos propagam-se em diferentes direções.
Dentro dos dois tipos básicos, duras e suaves, existem as gradações de mais ou menos dura e mais ou menos suave. Os diversos refletores tem características próprias cada um dentro de uma faixa de atuação.
O sol, por ter seus feixes luminosos praticamente alinhados na mesma direção, gera sombras duras, portanto está enquadrado dentro da fonte de luz do tipo dura. No entanto a mesma luz do sol que é rebatida em uma parede branca tem os feixes luminosos espalhados para várias direções tornando-se, à partir da parede, uma fonte de luz suave.
Portanto devemos considerar que a luz deve ser caracterizada nem sempre pela fonte mas sim pela luz que toca a cena de interesse. A fonte de luz pode ser do tipo dura, mas se os feixes que iluminam uma cena parte da fonte dura e depois rebatem em uma superfície para só então iluminar a cena, então devemos considerar que estamos utilizando uma luz suave.
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Truques para evitar os reflexos nas fotos


O texto abaixo retirei da revista Fotografe Técnica & Prática. Por Mário Bock.
Para evitar os reflexos em fotos de vitrine, óculos, garrafas, plásticos e superfícies brilhantes há vários recursos e alguns macetes fáceis de usar, que podem resolver o problema.
Mas atenção: em alguns casos, o reflexo deve ser mantido porque produz uma indispensável sensação de volume.
O primeiro recurso contra o reflexo é uso de filtro polarizador (circular), indicado com luz natural ou ambiente, para fotos de vitrines, vidraças, produtos não metálicos muito brilhantes, reproduções de porta-retratos, de rio e represas onde a água espelhada reflete a luz do céu.
Para fotos de produtos é indicado o uso de spray antireflexo, que deixa a superfície com acabamento fosco. Depois da sessão é removido com facilidade.
Nas fotos de vitrine com o flash, basta enquadrar em ângulo com o vidro - nunca de frente - o que faz o reflexo desviar para longe da câmera. Se você não se vir refletido no vidro, então a imagem captada também não terá reflexos.
Para anular a iluminação ambiente, que pode ser refletida no vidro, afine a exposição apenas para flash: ISO 100, velocidade máxima de sincronismo (1/160s, 1/200 ou 1/250s, dependendo da câmera), com menores aberturas do diafragma (f/11 ou f/16).
Nos retratos de pessoas com óculos, não é preciso mandar retirá-los. Rebata a luz do flash na parede, de forma que a luz venha da lateral. Nas fotos de garrafas, copos e afins, o reflexo pode ser bem vindo se for controlado. Com o flash dedicado ou do estúdio, rebata a luz em estreitos aparadores laterais.
Apesar de todos esses cuidados, algum pequeno reflexo sempre pode escapar. Neste caso, há uma solução: o milagroso carimbinho do tratamento posterior da imagem, como usar o photoshop, por exemplo.

Olhe tudo o que aparece no visor da sua câmera


Este texto abaixo foi escrito pelo fotógrafo Tiago da Arcela e achei muito útil passar para você.
No momento do clique uma série de variáveis devem ser observadas, como: - a fotometria, incluídas aí a escolha da profundidade de campo ( o “quanto” da foto estará nítido) e do efeito que se pretende obter com a velocidade de obturação (em simples palavras, congelar ou borrar a imagem); - o foco, mesmo com as câmeras autofocus; - a posição que o motivo ocupará no quadro; - o momento certo para clicar, especialmente cenas dinâmicas envolvendo pessoas e animais, onde gestos, olhares, movimentos etc. podem ter um “ponto ótimo” para serem captados de forma que expressem da melhor forma a situação (o tal momento decisivo); - o aspecto emocional do fotógrafo na hora do registro, que pode estar, por exemplo, com pressa para conseguir um flagra, ou com receio de ser repreendido por um modelo não-autorizado e mal-humorado.

Trash the dress


Retirei do site photos essa pequena matéria abaixo falando sobre trash the dress.
Tendência na foto social norte-americana, a onda de “detonar” o vestido da noiva está em alta no Brasil. Praias, descampados, cavernas e outras locações inusitadas são a marca dos ensaios Trash the dress, que no Brasil ganharam uma leitura mais comportada. Noivas, cuidado: eles querem acabar com o seu vestido! O apreço que vocês dispensam a essa peça de vestuário, tradução do sonho de se casar na igreja imaculadas e belas, não os comove. Tudo o que interessa é conseguir boas fotografias. Claro que para deleite das próprias "vítimas".
A ousadia tem nome e, tudo indica, nasceu na América do Norte, de onde foi exportada há coisa de dois anos por fotógrafos de casamento tupiniquins antenados em novidades – e caiu no gosto das clientes, que já não sofrem ao ver seus vestidos submetidos a tamanha judiação face ao resultado fotográfico. Falamos do Trash the dress. Trash de quê?
A expressão poderia ser traduzida para algo como "destruir o vestido", mas os fotógrafos daqui preferiram manter o original mesmo. São ensaios fotográficos com os noivos, feitos após o casamento, com as roupas da cerimônia, para os quais são escolhidas locações às vezes inusitadas, como cavernas, fábricas, ou praias e rios. O objetivo é criar uma série complementar de fotos, de caráter diferenciado, original ou artístico, para acrescentar ao pacote de serviços do fotógrafo e ampliar os rendimentos deste com a oferta de mais um álbum.

Um pouco do pensamento de Cartier Bresson


Para quem gosta de fotografia acho fundamental conhecer um pouco da vida do fotógrafo Cartier Bresson e suas fotos. São fotografias que transmitem sensibilidade das pessoas e também dos locais retratados.
Abaixo um trecho de sua fala.
"No meu modo de ver, a fotografia nada mudou desde a sua origem, exceto nos seus aspectos técnicos, os quais não são minha preocupação principal. A fotografia é uma operação instantânea que exprime o mundo em termos visuais, tanto sensoriais como intelectuais, sendo também uma procura e uma interrogação constantes. E' ao mesmo tempo o reconhecimento de um fato numa fração de segundo, e o arranjo rigoroso de formas percebidas visualmente, que conferem a esse fato expressão e significado".

Atalhos do photoshop

 Os principais atalhos do photoshop. Acho importante compartilhar com vocês, pois facilita o nosso trabalho.Aproveitem!
Observação: (+) este símbolo significa que não é necessário clicar no + do teclado e sim, que ele funciona como e. Ou seja, CTRL (+) S significa que você deve apertar o CTRL e o S (o CTRL junto com o S no teclado). Quando o + aparecer sozinho, sem estar entre parênteses, como por exemplo: CTRL +, significa que o + deve ser apertado no teclado junto com o CTRL.
I. Abrir arquivos:
:. ctrl (+) O = abrir arquivos;
:. ctrl (+) n = abrir arquivo novo. Para escolher as imagens - com: :. shift = seleciona uma seqüência inteira de imagens dentro de uma pasta;
:. ctrl = seleciona imagens de forma intercalada dentro de uma pasta;
:. ctrl (+) a = seleciona todas as imagens de uma pasta.
II. salvar arquivos:
:. ctrl (+) s = salvar;
:. ctrl (+) shift (+) s = salvar como;
:. ctrl (+) alt (+) shift (+) s = salvar para web. III. Histórico:
:. ctrl (+) z = volta o último passo;
:. ctrl (+) alt (+) z = volta passos, um a um e na ordem até um certo limite; IV. pintura:
:. alt (+) delete = pinta com a cor de cima;
:. ctrl (+) delete = pinta com a cor de baixo;
:. d = restaura a ferramenta para preto e branco;
:. x = inverte a cor de cima com a de baixo;
:. [ ] = aumenta ou diminui o tamanho do pincel (borracha, carimbo, etc.).
V. seleção:
:. ctrl (+) d = desfazer seleção;
:. ctrl (+) h = desfazer “faquinha”;
:. barra de espaço = mouse vira “mãozinha”;
:. esc = cancela laço antes da seleção estar concluída, cancela transformação livre sem aplicá-la e cancela CROP. VI. zoom:
:. ctrl + = maior zoom;
:. ctrl - = menor zoom;
:. d = restaura a ferramenta para preto e branco;
:. x = inverte a cor de cima com a de baixo.
VII. tratamento:
Ferramentas usadas para tratamento (ficam em imagens – ajustes): :. ctrl (+) l = levels ( português - níveis);
:. ctrl (+) m = curves ( português - curvas);
:. ctrl (+) u = hue/saturation ( português – matiz/saturação);
:. ctrl (+) b = color balance ( português – equilíbrio de cores);
:. ctrl (+) t = transformação livre;
VIII. vizualização:
:. f = formas de apresentação do arquivo na tela;
:. ctrl (+) R = aparece a régua para o uso de guias na imagem;