Fotografia é minha vida!

"Fotografar é uma maneira de ver o passado. Fotografar é uma forma de expressão, o "congelamento" de uma situação e seu espaço físico inserido na subjetividade de um realismo virtual. Fotografar é um modo de comunicar e informar. Seguindo o raciocínio, a linguagem visual fotográfica além de ser mais forte não é determinada por uma língua padrão, não precisando assim de uma tradução, uma vez que o diferem são as interpretações." (desconheço o autor)"

sábado, 30 de outubro de 2010

Pré-requisitos da fotografia digital


foto ©2007 Clicio Barroso
Requisitos técnicos para as aplicações e segmentos da fotografia profissional
Com o advento da fotografia digital, muitas dúvidas surgiram, e algumas continuam perturbando profissionais e não-profissionais. Nos mais diversos segmentos da fotografia o fluxo da imagem acaba sendo bem diferente do que era com filme, e as responsabilidades do fotógrafo aumentam. 
Como capturar a imagem? Como convertê-la para o formato correto de saída? Em que resoluções? É necessário um arquivo enorme para jornais? E para um artista, há limites? Ter um notebook ou um netbook? Como editar e onde? Guardar as imagens em que formato? Em que mídia? Por quanto tempo?
Na realidade a captura em Raw nos parece a mais indicada para processos que necessitam de alta qualidade, como publicidade, moda, catálogos e imagens que serão impressas em gráficas offset; por outro lado, se a intenção final do fotógrafo social ou de eventos é a simples impressão em minilab para a confecção de álbuns, books, onde o produto final é a cópia fotográfica, e poupar tempo faz parte do negócio, então uma saída em JPEG pode ser a mais indicada.
No fotojornalismo, por outro lado, os limites são de tempo (muitas vezes é imediato) e transmissão, onde arquivos mais leves são de suma importância; considerando-se que a lineatura de jornais no Brasil costuma ser de 85 LPI e o arquivo necessário deve ter por volta de 170 DPI, não são realmente necessários milhões e milhões de pixels para se obter uma boa imagem impressa.
Já para a internet, o padrão sRGB se tornou comum, e como as imagens vão ser vistas em tela, não há muito o que errar; o que se vê é o que se vai ter como produto final.
 Mas minilabs serão a melhor solução?
Na Europa e Estados Unidos, o que se tornou padrão é a compra de impressoras jato de tinta de altíssima resolução e que usam oito, doze ou mais tintas te tonalidades diferentes. Quando impressas em papéis especiais de algodão ou de qualidade fotográfica, os resultados (especialmente em preto e branco) são excelentes, e muitas vezes melhores que as impressões fotográficas convencionais, de gelatina de prata.
E o custo? 
Vem caindo mês a mês, e o preço por cópia já pode ser comparado ao das cópias em minilab caso se incluam no custo as despesas de envio e recebimento, e o tempo que se perde ao se utilizar um laboratório externo.
Mas não podemos falar de saídas digitais sem falar em gerenciamento de cor; uma noção segura é imprescindível para que as cores vistas em seu monitor sejam exatamente as mesmas que serão impressas. E para isso, a calibragem do monitor, os perfis ICC, o acompanhamento em laboratório ou gráfica quando possível tornam os resultados mais previsíveis.
O armazenamento das imagens, por outro lado, se torna cada vez mais oneroso, já que inúmeros backups são necessários para que se tenha segurança dos dados. Como organizar um banco com milhares de fotos? O que é realmente necessário e o que pode ser apagado? Como achar uma foto entre muitas?
Vamos responder algumas destas questões abaixo, em formato de guia básico.
As principais categorias de fotografia comercial, e as diversas demandas
• Publicidade – qualidade
• Moda – versatilidade
• Fotojornalismo – velocidade
• Natureza – portabilidade
• Eventos sociais – praticidade
• Casamentos – confiabilidade
Necessidades comuns a todas as categorias:

• Conhecimento do processo fotográfico
• Conhecimento do processo digital
• Conhecimento de computação gráfica
• Estabelecer fluxo rápido e seguro
• Segurança pós-captura
• Backups seguros e duplicados
• Conhecimento prévio da saída
• Gerenciamento de cores
• Necessidade de indexação (keywords e copyright)
• Necessidade de arquivamento
• Cobrar preço justo pelo trabalho
A PUBLICIDADE
Demanda: – qualidade total
• Conhecimento profundo do processo digital
• O pensar digitalmente e o agir digitalmente
• Conhecimento de gerenciamento de cores
• Necessidade de altíssima resolução
• Tempo não é fator importante; qualidade sim
• Pós produção obrigatória (tratamento em sistema)
• O fator conversões RGB-CMYK-Obrigação da agência
• O fator arquivamento, catalogação e backup
Pré requisitos necessários:
• Equipamento de ponta – Tamanho do CCD, tamanho do pixel, resolução, qualidade óptica das objetivas.
• Estação de tratamento de imagem – Processadores quad core de 64 bits, muita memória RAM, muita memória em disco e monitores calibrados.
Equipamentos sugeridos:

• Back digital acoplado a workstation no estúdio.
• Câmeras de médio formato digitais.
• Formato de captura do arquivo: RAW (16 bits).
• Formato de saída do arquivo: TIFF 8 bits
• Espaço de cor: Adobe RGB ou maior (Prophoto RGB, Color Match RGB)
A MODA e o BOOK
Demanda: – versatilidade

• Conhecimento do processo digital
• Necessidade de soluções de captura portáteis
• Noções de gerenciamento de cores
• Necessidade de média resolução
• Tempo é fator importante; qualidade também
• Pós produção obrigatória (tratamento de pele)
• O fator conversões sRGB – AdobeRGB
• O fator arquivamento
Pré requisitos necessários:
• Equipamento DSLR – Velocidade de captura, tamanho do buffer, velocidade de gravação e leitura do cartão, média resolução, qualidade óptica.
• Estação de tratamento de imagem – Processadores de velocidade alta, boa memória RAM, boa memória em disco e monitores calibrados.
Equipamentos sugeridos:

• Câmera DSRL de 12 ou mais Mp.
• Grip com baterias extras.
• Notebook e HDs externos.
• Formato de captura do arquivo: RAW (16 bits).
• Formato de saída do arquivo: TIFF ou JPEG_high 8 bits
• 
Espaço de cor: Adobe RGB ou maior (Prophoto RGB, Color Match RGB)
O JORNALISMO e o DOCUMENTAL

Demanda: – velocidade

• Conhecimento do processo jornalistico e editorial
• Soluções de captura rápidas
• Soluções de transmissão rápidas, como o Wi-Fi
• Necessidade de buffer grande e grip
• Necessidade de média resolução
• Tempo é fundamental; qualidade desejável
• Pós produção mínima
• O fator indexação (metadados), arquivamento
Pré requisitos necessários
:
• Equipamento DSLR – Grande velocidade de captura, grande tamanho do buffer, alta velocidade de gravação e leitura do cartão, média resolução, durabilidade do equipamento.
• Transmissão – Métodos rápidos de transmissão, wireless
Equipamentos sugeridos:

• Câmera DSRL de 8 ou mais Mp.
• Grip com baterias extras.
• Vários cartões de memória
• 
Formato de captura do arquivo: RAW + JPEG.
• Formato de saída do arquivo: JPEG em 8 bits
• Espaço de cor: Adobe RGB ou sRGB
A NATUREZA e as VIAGENS
Demanda: – portabilidade

• Conhecimento do processo fotográfico
• Soluções de captura seguras
• Soluções de armazenamento confiáveis
• Necessidade de equipamento leve
• Necessidade de média/alta resolução
• Tempo não é fundamental; qualidade sim
• Pós produção mínima-notebook leve
• O arquivamento e transporte das imagens
Pré requisitos necessários
• Equipamento DSLR – Boa velocidade de captura, grande tamanho do buffer, alta velocidade de gravação e leitura dos muitos cartões, média/alta resolução, durabilidade do equipamento, leveza para transporte.
• Transmissão – Métodos seguros, como FTP.

Equipamentos sugeridos:

• Câmera SRL de 12 Mp ou mais.
• Grip com baterias extras.
• Vários cartões de memória.
• Digital Wallet e HDs externos.
• Formato de captura do arquivo: RAW.
• 
Formato de saída do arquivo: JPEG em 8 bits
• Espaço de cor: Adobe RGB
OS EVENTOS SOCIAIS
Demanda: – praticidade
• Conhecimento do equipamento de flash
• Soluções de captura rápidas
• Soluções de armazenamento descartáveis
• Necessidade de equipamento leve
• Necessidade de média/baixa resolução
• Registro é mais importante que a qualidade
• Pós produção mínima
Pré requisitos necessários
:
• Equipamento DSLR – Bom sincronismo com o flash, média velocidade de gravação e leitura do cartão, média resolução, durabilidade do equipamento.
• Transmissão – Métodos rápidos e seguros de transmissão e impressão

Equipamentos sugeridos:

• Câmera DSRL de 8 ou mais Mp.
• Vários cartões de memória
• Flashes dedicados de confiança.
• Baterias extras para flashes e câmera
• Formato de captura do arquivo: JPEG_high.
• 
Formato de saída do arquivo: JPEG em 8 bits
• Espaço de cor: sRGB
OS CASAMENTOS
Demanda: – confiabilidade

• Conhecimento do processo digital
• Soluções de captura portáteis e seguríssimas
• Noções de gerenciamento de cores
• Necessidade de média/alta resolução
• Conhecimento do equipamento de flash
• Soluções de armazenamento permanentes
• Necessidade de equipamento confiável
• Registro é tão importante quanto a qualidade
• Pós produção (scrap, álbuns, PBs, fotolivros, fotoprodutos)
Pré requisitos necessários
:
• Equipamento DSLR – Bom sincronismo com os flashes, alta velocidade de gravação e leitura do cartão, média/alta resolução, confiabilidade do equipamento.
• Armazenamento – Métodos rápidos e seguros.
Equipamentos sugeridos:
• Câmera DSRL de 12 ou mais Mp.
• Vários cartões de memória
• Flashes dedicados de confiança.
• Baterias extras para flashes e câmera
• 
Formato de captura do arquivo: RAW + JPEG.
• Formato de saída do arquivo: JPEG em 8 bits
• Espaço de cor: Adobe RGB
Como já foi dito no início, este é apenas um pequeno guia de procedimentos, já que as decisões são pessoais, e as responsabilidades do fotógrafo aumentaram; tenha sempre como parâmetro o UPDIG, um guia bem mais completo e universal.
http://rg-zanja.blogspot.com/

Cidade & Fotografia


Glória imortal aos fundadores de SP
Foto de Carla Bispo
Por uma inversão de perspectiva do patrimônio histórico – do ponto de vista da paisagem urbana
É corriqueiro pensarmos no espaço jesuítico, ou no Pateo do Collegio, a partir de referências construídas socialmente; tais como as referências imagéticas representadas, ou pela Glória Imortal aos Fundadores de São Paulo, do Italiano Amadeu Zani, ou, com base na mais intrigante e reconstruída referência desse espaço – a Igreja do Beato Anchieta, fundada pela Cia. de Jesus no século XVI.
Durante cinco períodos distintos o Colégio sofrera alterações, desde seu primeiro projeto vernacular em pau a pique, passando pelo segundo projeto em taipa de pilão, até equivaler-se ao que é hoje, um projeto arquitetônico sacro, réplica que homenageia a versão do segundo projeto do século XVI, reconstruído no século XX, em 1979, e dedicado ao Beato José de Anchieta.
Especialmente neste último caso, outra referência visual marcante são duas fotografias em papel albuminado, que Militão Augusto de Azevedo legou-nos da versão oitocentista do Colégio, à época do padroeiro Senhor Bom Jesus, datadas de 1862 e 1887. As imagens em questão denotam uma das primeiras dinâmicas modernas da Cidade de São Paulo, o tempo em que os primeiros transeuntes apropriaram-se do espaço das ruas; em seguida, as prosperidades da economia cafeeira propiciaram a São Paulo a emancipação da alcova provinciana.
Hoje, o uso ao qual está submetida a atual Praça do Pátio do Colégio é de ordem diversa, para além do turismo cultural cotidiano. O Pátio pode ser reconhecido como uma espécie de pórtico referencial, cuja passagem implica muitos outros caminhos – do Centro ao Bairro ou vice-versa, um fluxo diário de muitos veículos e transeuntes.
O Pátio do Colégio tem uma dinâmica própria, hospeda sujeitos que habitam as ruas e que ali encontram uma reminiscência entre “a casa e a rua”, dentro de uma lógica – ora de desassossego, ora de conforto. O espaço público do Colégio, ainda não privatizado totalmente – com grades – propicia ainda, aos finais de semana, além da presença corriqueira de turistas e transeuntes, a presença de skatistas, bastante nítida nesta nova versão pública do Pátio do Colégio.
Olhar ao redor e desconstruir o que foi construído socialmente; desafiar a nossa “possível deficiência visual” e desfazer a mecanização imaginária à qual fomos submetidos seria desvendar uma espécie de incógnita dessa faceta da memória patrimonial da cidade, cujas outras formas de recordação do espaço foram ofuscadas. Portanto, se só sabemos que o Pátio do Colégio é o monumento de Amadeu Zani, ou é a Igreja, não sabemos então de fato o que é o Pátio do Colégio.
O Pátio do Colégio, para além dos monumentos construídos socialmente em cartões postais, é uma realidade muito contraditória à beleza que o imaginário postal impõe, ou convida-nos à experiência de visualizar – imagens a serviço deste tipo de ideologia. Estranhar é preciso, na possibilidade de observar as diferenças, a partir do passado – espaço da experiência, cujas dinâmicas da paisagem urbana se movimentaram e encontraram no fluxo do tempo, o futuro – horizonte indeterminado.
A proposta é deter-se em uma inversão de perspectiva, na qual a hipótese que fundamenta a reflexão traduz a seguinte questão: “a paisagem urbana ‘fala’?” Seria possível pensar que esse é o atual Pátio do Colégio, ou o antigo Pateo do Collegio? A resposta é sim. Para além da discussão que envolve as características construídas socialmente do espaço patrimonial, deter-se em outra discussão de mesmo valor – intensa, com sorte! – quer dizer, tão interessante quanto a questão do patrimônio público é a questão do ‘ato fotográfico’. Não, não se trata de descrever esta foto, caro leitor; trata-se de uma discussão sobre as representações visuais do Centro Histórico da Cidade de São Paulo.
No que tange ao "realismo documental", próprio da imagem-ato codificada para esse fim, cujo ícone é o próprio Pátio do Colégio, a proposta seria inverter a perspectiva. A versão da perspectiva clássica é representada, ou pela Igreja do Beato José de Anchieta, ou pela Glória Imortal aos fundadores de São Paulo, do escultor italiano Amadeu Zani.
Eis então a questão. O automatismo contido no disparo fotográfico que, em suma, à sua particularidade natural inscreve a luz – ou na película fotográfica, ou no sensor digital de códigos algoritmos – sintetiza a construção imagética de algo. Neste caso, temos um índice que sintetiza a construção imagética da paisagem urbana.
Para tanto, é relevante considerarmos os principais aspectos semióticos da imagem fotográfica: o aspecto indiciário , que precede o seu aspecto icônico , próprio da imagem, cuja cumplicidade com o seu referente implica traço do real , conferindo-lhe o aspecto simbólico, um signo , cuja forma e o sentido seriam codificados culturalmente. Daí, temos: o índice (contiguidade física do referente na superfície sensível), isto é, a inscrição da luz, tanto na película quanto no sensor digital. A luz que o referente reflete, que é o assunto fotografado, emite a sua informação. É essa a informação que nos interessa. A luz inscreve-se (na película ou no sensor digital) sintetizando uma “escrita de luz”, ou seja, uma fotografia [da Praça do Pátio do Colégio]. Portanto, ao índice, o ícone , e ao símbolo, o signo , uma designação significante codificada pela cultura (no caso, os românticos cartões postais construídos socialmente).
Logo, o referente em questão pode, ou não, ser construído socialmente. É essa procedência que faz da imagem um documento de ordem pictórica; é o código (contexto cultural e ideológico) que confere à imagem sua finalidade – a de estar em um arquivo histórico ou em um museu de artes, por exemplo – e que sempre em sua gênese será precedida pelo índice . A imagem fotográfica tem a particularidade de ser inscrição de luz, própria de um dispositivo tecnológico, seja ele o mais elementar ou o mais contemporâneo. O índice da imagem fotográfica tem com a luz uma relação metonímica.
Todavia, é preciso explicitar que esta hierarquia de aspectos não deve existir nesta ordem; ora, tais aspectos estão sempre em devir, são contingentes teóricos que norteiam a ontologia dessa imagem fotográfica sobre o Pátio do Colégio, e, por sua vez, norteiam a discussão sobre a “fala da paisagem urbana”. Em outras palavras, este local e os demais locais da Cidade podem “dizer” algo sobre si, sim, por meio da fotografia. Assim, esses três aspectos, ferramentas conceituais, devem ser deslocados de acordo com o código da imagem – o código proposto agora é o da (des) construção social dos românticos cartões postais. O código proposto continua sendo de caráter postal, mas aqui seu expediente confere “outra” perspectiva sobre o Pátio do Colégio.
A questão posta lida com o problema de como a paisagem urbana poderia imprimir seu status dinâmico a partir da fotografia, ou seja, como a paisagem urbana, enquanto "o outro", poderia nos contar algo sobre o que ela é. A questão é da maior importância quando o assunto é apreender o máximo de registros sobre as transformações de uma cidade, que deverá sofrer, nas próximas décadas, transformações intensas.
5/9/2009
Fonte: ViaPolítica/A autora
Carla Bispo é fotógrafa. Atualmente é colaboradora da revista Retrato do Brasil , entre outras. A área de pesquisa que desenvolve é a fotografia do cotidiano da cidade de São Paulo. A partir dela observa, com o objetivo de interpretar nas dinâmicas da cultura urbana os possíveis fenômenos sociais, lançando mão de estudos etnográficos e análises antropológicas. Iniciou seus estudos fotográficos como autodidata no Sindicato dos Químicos, em 1997. Escolheu a temática da Cidade & Fotografia em 2006, quando passou a frequentar a Faculdade de Ciências Sociais da Escola de Sociologia e Política, e as disciplinas de Antropologia Visual e Sociologia da Cidade, na Universidade de São Paulo (USP), como aluna ouvinte.
Mais informações sobre Carla Bispo em www.flickr.com/people/rascunhos/

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Núcleo de fotografia de Matinhos

O projeto esta crescendo  a cada dia ......
fico feliz em ver que o projeto saiu do papel está se tornando realidade .
Agradeço a todos os participantes do grupo .









Aula prática sobre silhueta com Samy Jepp ( mediadora Graciela )


Grupo formado por Josué , Ronaldo , Andréia , Mel , Naa , Leo , Guilherme , Débora , e eu na foto ......mais  Prof Graciela , Lucivaldo, Graciele, David stock ,Rodrigo....( que não estão nas fotos !)


PROJETO NÚCLEO FOTOGRÁFICO
PROJETO 1°  GRUPO FOTOGRÀFICO DE MATINHOS
por Samantha Jepp Andrade 
mediadora Professora Graciela


Você se acha inteligente ?


ENTÃO RESPONDA ESTE QUESTIONÁRIO!

Se os homens são todos iguais, por que as mulheres escolhem tanto?
Como se escreve zero em algarismos romanos?
Por que os Flintstones comemoravam o Natal se eles viviam numa época antes de Cristo?
Por que os filmes de batalha espaciais tem explosões tão barulhentas,se o som não se propaga no vácuo?
Se depois do banho estamos limpos porque lavamos a toalha?
Como é que a gente sabe que a carne de chester é de chester se nunca ninguém viu um chester?
Por que quando aparece no computador a frase ‘Teclado Não Instalado’,o fabricante pede p/ apertar qualquer tecla?
Se Deus está em todo lugar, por que as pessoas olham para cima para falar com ele?
Por que a palavra ‘Grande’ é menor do que a palavra ‘Pequeno’?
Por que ‘Separado’ se escreve tudo junto e ‘Tudo Junto’ se escreve separado?
Se o vinho é líquido, como pode existir vinho seco?
Por que as luas dos outros planetas tem nome, mas a nossa é chamada só de lua?
Por que quando a gente liga p/ um número errado nunca dá ocupado?
Por que as pessoas apertam o controle remoto com mais força, quando a pilha está fraca?
O instituto que emite os certificados de qualidade ISO 9002, tem qualidade certificada por quem?
Quando inventaram o relógio, como sabiam que horas eram,para poder acertá-lo?
Se a ciência consegue desvendar até os mistérios do DNA, porque ninguém descobriu ainda a fórmula da Coca-Cola?
Como foi que a placa ‘É Proibido Pisar na Grama’ foi colocada lá?
Por que quando alguém nos pede que ajudemos a procurar um objetoperdido,temos a mania de perguntar: ‘Onde foi que você perdeu?
Por que tem gente que acorda os outros para perguntar se estavam dormindo?
Se o Pato Donald não usa calças, por que ele amarra uma toalha na cintura quando sai do banho?
Sinceramente, não consegui responder a sequer uma destas questões,
quem conseguir chegar ao menos perto de uma resposta comenta ai…

40 Coisas que aprendi Assistindo a Sessão da Tarde


Não importa quais sejam os bandidos, um grupo de crianças poderá vence-los. Cachorros sabem falar.
Gatos sabem falar.
Existem filmes europeus que não chegam nem a locadoras.
Nos EUA sempre tem valentão e ele sempre se dá mal no final.
Se eu tiver problemas com minha mãe ou meu pai basta dizer palavras mágicas que nos trocaremos decorpos e daremos mais valor a cada um.
Se bandidos enfrentam crianças eles agem como tontos.
Papagaios sabem falar! (Pior que sabem mesmo)
Um bando de fedelhos chorões podem vencer um time de valentões e trogloditas.
Se no meio do filme entrar a vinheta da Globo para um boletim urgente é porque alguém morreu.
Se um casal de crianças ficar perdidos em uma ilha tudo neles cresce, menos os pelos pubianos, das axilas, bigodes barbas e unhas.

Um cachorro pode jogar basquete.
Um cachorro pode jogar basquete e baseball.
Um cachorro pode jogar basquete, baseball e futebol.
Cachorros e gatos nos chamam de “Meu humano” quando conversam entre si.
A babá sempre fica com o pai milionário e solteirão.
Loiras são más.
Staypuft(homem marshmallow) pode ser mal.
Chimpanzés sabem andar de Skate.
Chimpanzés sabem jogar hockey.
O Tarzan no desenho não tem a Xita.
Se eu matar aula vou curtir a vida adoidado.
Príncipes africanos são humildes
Chuck Norris é um espírito da floresta
Pilotos normais precisam de anos para pilotar um avião, pessoas comuns precisam apenas estar sob uma situação de risco e ter alguém guiando pelo rádio.
Filmes de terror não são para os fracos que ficam a tarde em casa.
Quando existe um grupo de crianças elas tem as seguintes características: Um é gordinho, o outro e um
CDF e usa óculos, o outro é negro e o principal é o que tem problemas com os pais em casa.
Americanos sabem jogar futebol.( o nosso futebol)
A menina anti-popular fica com o Bonitão do colégio.
Os Trapalhões eram os caras!
Se a Xuxa trabalhar em um lanchonete, ela vai limpar o suor da testa com o alface do sanduiche.
Nunca devo alimentar um Gremilim depois da meia noite.
Caso tenha um devo ficar de olho no horário de verão.
Mulheres peitudas podem mecher brincos em seus mamilos.
Lojas de brinquedo americanas tem um teclado gigante no chão.
A historia sem fim tem fim.
Um hospício e uma academia de polícia não são muito diferentes.
Um policia é um ótimo professor para crianças do jardim.
Se algum valentão um dia quizer me pegar no final da aula, eu vou sair beijando todas as gostosas do colégio, e roubar o dinheiro do caixa.
O Vale a Pena Ver de Novo não se refere apenas as novelas, mas aos filmes também.

Frases Engraçadas


Homens casados vivem mais que homens solteiros, mas em compensação os homens casados são os que tem mais vontade de morrer.
Antes eu tinha amnésia, hoje não me lembro.
Malandro é o curupira que só faz gol de calcanhar.
Culpa é que nem pinto e eu ponho em quem eu quiser!
Já que mulher de amigo meu pra mim é homem, logo os meus amigos são bichas.
97% da população não acredita nos políticos, e os outros 3% são os políticos.
Se você gastar todo seu dinheiro em Viagra, vai acabar ficando duro.
Do maracujá eu só não comi a Mara.
O pára-quedas é o único meio de transporte que, quando enguiça, você chega mais depressa.
Malandro mesmo é o Mario, que tira moeda até de tijolo.
Dizem que TV engorda, mas isso depende de quantas TVs você come!
Dou um boi pra não entrar numa briga, mas se eu entrar, não quero nem saber, quero meu boi de volta! (Essa é a melhor)
Tudo tem um fim. Só a salsicha tem dois!
Há duas espécies de patifes: os que admitem ser e nós.
Os Estados Unidos é um país tão desenvolvido, que até os mendigos falam inglês.
Dinheiro não traz felicidade, mas ajuda a sofrer em Paris.
Se viado fosse flor, estado d… …seria um jardim.
Os políticos são como fraldas. São trocados constantemente e sempre pelo mesmo motivo.
Há 3 tipos de pessoas: as que sabem contar e as que não sabem.
Quem dá importância às pequenas coisas é mulher de japonês.
O sol nasce, a bicicleta anda, o lobo uiva e o urso panda.
A internet não te deixa idiota. Só deixa a tua idiotice mais acessível aos outros.
 http://jonathantutim.blogspot.com

Coisas idiotas que fazemos sem perceber


Reações e coisas idiotas que fazemos ao nos deparar com o desconhecido ou numa situação de medo. De uma forma ou de outra é praticamente impossível explicar por que fazemos estas besteiras.

* Por que a mania de abrir a geladeira a cada quarto de hora se sempre sabemos o que há lá dentro?

* Por que abrimos a boca a cada vez que olhamos para o teto? Para caçar moscas?

* Por que arregalamos os olhos quando estamos na escuridão? No que pensamos? Que temos super poderes?

* Por que é tão surpreendente que a areia da praia queime com o sol a pino, quando nos pomos a correr como loucos gritando: "Ui.. tá queimando, tá queimando"? Claro que queima, que esperava?

* Por que gostamos tanto de fazer "caras e bocas" no espelho do elevador?

* Por que há tanta gente que quando o sorvete está na metade morde a parte de baixo da casquinha? Se sabe que por ali é que ele vai escorrer.

* Por que quando alguém vai pôr gotas nos olhos abre a boca daquela maneira tão estranha? É colírio, não cachaça!

* Por que quando assoamos o nariz abrimos o lenço e olhamos? Que esperamos encontrar? Berbigões?(acho que apenas queremos ver o recem nascido, sabe quando você da aquele barro e olha pra privada?! então...)

* Por que quando chegamos ao alto de uma montanha colocamos as mãos na "cadeira"?

* Por que quando chove e estamos sem um guarda-chuva abaixamos a cabeça? Talvez caminhando assim não fiquemos molhados?(provavelmente para que não caia nada nos olhos...)

* Por que quando colocamos uma carta na caixa de correio não podemos evitar olhar pela ranhura e ver o que há lá dentro? Que esperamos encontrar? Um carteiro anão?

* Por que quando dobramos uma esquina e topamos com alguém, ele sempre tem uma cara de imbecil?

* Por que quando estamos num lugar alto temos a obsessão de ver nossa casa? - "Olha, olha ali, ao lado do edifício vermelho... "

* Por que quando ficamos chateados, cruzamos os braços? Que ganhamos com isso?

* Por que quando nos deixam pendurados no telefone ficamos olhando como se o aparelho tivesse a culpa?

* Por que quando o celular toca sentimos a necessidade irreprimível de começar a andar de um lado para o outro?

* Por que quando um aparelho elétrico não funciona não ocorre outra coisa que apertar com mais força o botão de liga/desliga?

* Por que seguimos tentando tirar as cartas pelo buraco da caixa de correio se sabemos que a única coisa que conseguimos é arranhar os dedos?

* Por que todo fumante alguma vez se equivocou e acendeu um cigarro ao contrário? É um castigo pelo qual todos têm que passar?

* Por que todo mundo, em algum momento de sua vida, foi olhar uma vitrine, calculou mal a distância e meteu o "narigão" no vidro?

* Por que todos tentamos pelo menos alguma vez tocar o nariz com a língua e nos dá raiva se não conseguimos?

Medo

Exemplo 1:
Você está deitado, a noite, na cama e ouve um ruído estranho, e daí, o que faz? Cobrir-se com o lençol! Muito bem! Que pensa, que o lençol é a prova de balas? Que se for um homem mau com uma faca não conseguirá atravessar o poderoso tecido, vai dobrar a ponta do metal? Faça me o favor né!!!

E ainda tem aqueles que, desconfiados, olham debaixo da cama? Ademais, supondo que tenha um assassino ali embaixo o que adiantará olhar? Que ele te mate antes! Muito bem, fantástico. Imagine então que num dia você encontrasse alguém embaixo da cama? O que lhe diria?:

- "Boa noite senhor... O que está fazendo ai embaixo?"
- "Estava esperando alguém para matar né? Alguém, tem que fazer alguma coisa nesta casa".
- "Mas homem de Deus! Saia daí que tá fazendo um frio danado. Ande, suba, que vai pegar uma gripe ai neste piso úmido. Mate-me aqui na cama, que está mais quentinho".

Outra reação estúpida ante o medo é olhar dentro do guarda-roupa, que já é o cúmulo. Porque, vamos ver se tem alguém dentro do guarda-roupa? Você não tem nem mais aonde guardar a sua roupa e vai procurar alguém ali dentro!!

Exemplo 2:
Você ouve um ruído estranho na casa e levanta só de cuequinha/calcinha ou sem eles, e pergunta: - Tem alguém aí? Você realmente crê que se tiver alguém ele vai responder? O pior é quando chega à conclusão de que se há alguém só pode estar atrás da porta do banheiro, o que você faz? Petrificado de medo entra passo a passo no banheiro para verificar e esquece-se que se tivesse alguém alí levaria uma grande bordoada somente ao tentar colocar o cabeção para dentro da porta.

Exemplo 3:
Você está no banco do passageiro de um carro e, de repente, o motorista começa a correr como se fosse o Nigel Mansell, mas sem o Nigel e nem o Mansell, e você ali apavorado. O que faz? O normal, proteger-se: agarrando ao PQP em cima da porta e olhando com o rabo dos olhos para o louco que guia ali do lado. Você é capaz de atravessar o piso com suas freadas no freio imaginário. Nesta mesma situação o que fazem as mães é se agarrar à bolsa no colo, como se fosse um airbag.

Exemplo 4:
E quando está andando de bicicleta sem freio e de repente ela embala em uma "pirambeira"? O que te ocorre? Tirar os pés dos pedais é lógico. Show, muito bem, muito inteligente! Quando você perder o total controle, solte também as mãos do guidão. O que acha que vai acontecer? Que vai sair voando como o E.T.?

Exemplo 5:
Quando você vai tomar uma injeção, o que faz? Deixa a Vara tão dura que a agulha bate e volta. Sabemos que dói mais, mas não conseguimos evitar. O medo nos incita a fazer uma idiotice atrás da outra.