Fotografia é minha vida!

"Fotografar é uma maneira de ver o passado. Fotografar é uma forma de expressão, o "congelamento" de uma situação e seu espaço físico inserido na subjetividade de um realismo virtual. Fotografar é um modo de comunicar e informar. Seguindo o raciocínio, a linguagem visual fotográfica além de ser mais forte não é determinada por uma língua padrão, não precisando assim de uma tradução, uma vez que o diferem são as interpretações." (desconheço o autor)"

terça-feira, 23 de março de 2010

"Trash The Dress" Nova tendência em fotos de casamento

 A ideia de estragar o vestido de noiva parece impensável para você? Pois saiba que essa é uma tendência que está começando a se difundir pelo Brasil. O "Trash the Dress" é uma proposta de ensaio fotográfico de casamento em que não existe preocupação com o vestido.
A noiva pode rolar na areia, entrar na água, deitar no chão, enfim, ficar bem à vontade para a sessão de fotos, que acontece dias depois da cerimônia ou da lua-de-mel
.http://estilo.uol.com.br/album/casamentotrashthedress_album.jhtm?abrefoto=1
 VEJA MAIS FOTOS DA TENDÊNCIA "TRASH THE DRESS"
 Pela tradução literal, "Trash the Dress", de origem norte-americana, seria "jogar o vestido no lixo", porém a versão da proposta adotada no Brasil não costuma ser radical ao ponto de não sobrar nada do modelito. "Somos mais flexíveis; a noiva não destrói o vestido, apenas não tem medo de sujar e molhar", explica o fotógrafo Jared Windmüller, um dos primeiros a trabalhar com a tendência no Brasil. "Quer sujeira pior do que aquela da barra do vestido depois de arrastá-lo pelo salão?", brinca o profissional de Florianópolis (SC). Evandro Rocha, fotógrafo que trabalha com o "Trash the Dress" no interior de São Paulo, também acredita que o ensaio agride menos o vestido do que a própria festa e garante que é possível fazer as fotos com vestido alugado. "Dá impressão que vai destruir a roupa, mas na prática não é isso o que acontece", diz o profissional.
Uma das clientes de Rocha assina embaixo: "Meu vestido ficou bem sujo porque a água da cachoeira onde fotografamos tinha muito barro, mas nada que o sistema de lavagem não resolvesse", conta Karina Ferreira Castilho, de São José do Rio Preto (SP). Ela diz que a loja onde alugou o vestido sabia do ensaio e inclusive a autorizou a ficar com a peça por mais tempo, pois o "Trash the Dress" foi realizado quase um mês depois do casamento.
No entanto, Anderson Miranda, fotógrafo pioneiro no estilo no Brasil, esclarece que muitas vezes os estabelecimentos de locação não simpatizam com a proposta, já que não existe garantia de que a peça voltará perfeita. "A ideia do ensaio é colocar o vestido em risco. A noiva não pode se preocupar com isso; ela tem que desencanar", explica. Porém Miranda também acredita que a festa pode ser muito mais "destrutiva" que a própria sessão fotográfica.
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10 MENTIRAS UTILIZADAS PARA GRANDES CLIENTES


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10 MENTIRAS UTILIZADAS PARA GRANDES CLIENTES ENGANAREM PEQUENOS FOTOGRAFOS

1) “Faça esse trabalho barato (ou de graça) e no próximo pagaremos melhor”
Nenhum profissional que se preze daria seu trabalho de mãos beijadas na esperança de cobrar mais caro mais tarde. Você consegue imaginar o que um advogado diria se você dissesse “me defenda de graça dessa vez que na próxima vez que eu precisar de um advogado eu te chamo e pago melhor”. Ele com certeza iria ir da sua cara.

2) “Nós nunca pagamos 1 centavo antes de ver o produto final”
Essa é uma pegadinha. A partir do momento que você foi contratado para fazer o trabalho você DEVE pedir uma entrada. O motivo é simples, você está trabalhando desde o momento que se dispõe a fazer a reunião de briefing. Talvez um cliente mais inexperiente queira pagar após ver alguns esboços. Cabe a você aceitar ou não.

3) “Esse trabalho será ótimo para seu portfólio! Depois desse você vai conseguir muitos outros”
Essa é uma das mais típicas. E costuma fazer vítimas principalmente entre jovens que ainda estão estudando. Para não cair nessa, basta pensar “quanto o seu cliente vai faturar com o seu trabalho?”. Além disso, não esqueça que, mesmo que ele indique seu trabalho para outras empresas, com certeza ele dirá quanto custou (ou se foi de graça) e imagine o que os próximos irão querer?

4) Olhando para seus estudos e rascunhos: “Veja, não temos muita certeza se queremos seu trabalho. Deixe esses estudos comigo e vou falar com meu sócio/investidor/mulher, etc e depois te dou uma resposta”
Não dou 5 minutos para ele ligar para outros designers com seus estudos e conceitos criados na mão barganhando melhores preços. Quando você ligar de novo ele dirá que seu trabalho está muito acima do mercado, blá blá blá, e que Fulano Fotógrafo vai fazer o trabalho. Mas como eles conseguiram outro designer mais barato? Lógico, você já passou  toda a idéia de com a foto será feita!  Economizou horas para o novo fotógrafo que vai pegar o trabalho. Então, enquanto você não entrar em acordo com seu cliente NUNCA DEIXE NADA CRIATIVO no escritório dele!

5) “Veja, o job não foi cancelado, somente adiado. Deixe a conta aberta e continuaremos dentro de um mês ou dois”
Provavelmente não. Seria um erro você não faturar o que foi feito até o momento esperando que o trabalho continue depois. Ligue em dois meses e você verá que alguém estará trabalhando no job. E adivinhe! Eles nem ao menos sabem quem você é… e o dinheiro do início do trabalho, lógico, já era!

6) “CONTRATO?? Nós não precisamos assinar contratos! Não estamos entre amigos?”
Sim, estamos. Até que alguma coisa dê errada ou ocorra um mal-entendido, e você se transforme no meu maior inimigo e eu sou o seu “fotografo estúpido”, aí o contrato é essencial! Simples assim! Ao menos que você não ligue em não ser pago. Qualquer profissional usa um contrato para definir como será o trabalho e você deve fazê-lo também!

7) “Envie-me a conta depois que o material for pra gráfica”
Por que esperar por esse deadline irrelevante? Você é honesto, não? Por que você deveria ficar preso a esse deadline? Uma vez entregue o trabalho, fature! Essa desculpa possivelmente é uma tática para atrasar o pagamento. Assim  suas fotos vão pra gráfica, lã efetuam alterações na sua imagem, o cliente alega que precisou de outro fotografo, pois seu materila não estava adequado para impressão e pronto! 
8 ) “O último designer fez esse job por R$ XX “
Isso é irrelevante. Se o último fotografo era tão bom por que ele te chamou? E quanto o outro cobrava não significa nada pra você. Pessoas que cobram muito pouco pelo seu tempo acabam fadadas ao insucesso (por auto-destruição financeira). Faça um preço justo, ofereça no máximo 5% de desconto e não abra mão disso.

9) “Nosso orçamento para esse job é de XX reais”
Interessante, não? Um cara sai para comprar um carro e sabe exatamente quanto ele vai gastar antes mesmo de fazer uma pesquisa. Uma quantia de trabalho custa uma quantia de dinheiro. Se seu cliente tem menos dinheiro e ainda assim você quer pegar o trabalho, dedique menos horas a ele. Deixe isso bem claro ao seu cliente, que você dedicará menos tempo que o estimado para finalizar o trabalho porque ele não pode pagar por mais horas. A escolha é sua.

10) “Estamos com problemas financeiros. Passe o trabalho para nós e, quando estivermos em melhor situação, te pagamos.”
Claro, mas pode contar que, quando o dinheiro chegar, você estará bem lá no final da lista de pagamentos. Se alguém chega ao ponto de admitir que está com problemas financeiros então provavelmente o problema é bem maior do que parece. Além disso, você por acaso é um banco para fazer empréstimos? Se você quer arriscar, pelo menos peça dinheiro adicional pelo tempo de espera. Um banco faz isso, não faz? Por que provavelmente esse é o motivo deles quererem atrasar seu pagamento, ter 6 meses de dinheiro “emprestado” sem ter que pagar juros, o que não aconteceria se ele tivesse que emprestar do banco. Não jogue dinheiro fora!
Bom, o motivo de tudo isso não é deixar você paranóico ou coisa do tipo, mas sim injetar um pouco de realidade no mundo de fantasia da maioria dos fotografos. Você certamente vai tratar com pessoas muito diferentes de você. As motivações e atitudes certamente são diferentes. Vemos, muitas vezes, exemplos de pessoas envolvidas em situações com a mais nobre das intenções e acabam literalmente se dando mal. Porque a maioria dos fotografos enxerga os trabalhos como uma oportunidade de fazer aquilo que mais gostam com dedicação, simplesmente porque amam o que fazem! A outra parte não tem a negociação tão idealizada ou romantizada, muito pelo contrário.
Como lidar com todas essas coisas e ainda assim fazer um trabalho criativo? Boa pergunta! É por isso que ir atrás da informação é importante. Você aprende a trabalhar com todas as técnicas da fotografia, mas não aprende a arte da negociação. Muitos fotógrafos ignoram este aprendizado, o que é um grande erro. Sugerimos que o mínimo  de marketingseja incorporado em sua vida profissional, assim certamente você não sentirá seu trabalho como uma grande perda de tempo e dinheiro!
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MITOS E VERDADES NA FOTOGRAFIA DIGITAL


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Por: Alex Villegas
Fonte: http://www.fotografia-dg.com/photos-imagens-73-mitos-e-verdades-da-fotografia-digital/
A tecnologia evolui em escala exponencial. Assim como na pintura de barcos, em que se chega na proa e já é hora de pintar a popa de novo, quando achamos que estamos completamente a par do assunto, nossas informações já estão obsoletas. E toca a começar tudo de novo.
Pesquisar é uma terapia para quem tem tempo, mas é um castigo para quem não dispõe dele. Por isso, escolhi aqui cinco das mais interessantes crendices, dando prioridade às de pós-produção e impressão, que são os ramos menos familiares aos que fotografam. Eu, pessoalmente, adoraria que tivessem me esclarecido essas coisas quando comecei a clicar em digital...
Megapixels:Quanto mais, melhor :DEPENDE
Dizer que “depende” é a melhor das respostas, serve para tudo. Não sou doido de concordar, mas tenho que admitir que, em grande parte das situações, a frase tem lá seu fundo de verdade. Contexto é tudo.

Resolução pura e simples não é como dinheiro, de cujo excesso dificilmente reclamaremos - precisa estar associada a uma série de fatores para nos dar o melhor dos resultados. Um deles é a pouco citada densidade de pixels. E o que é essa tal densidade?
Já parou para se perguntar por que a imagem de uma câmera compacta de 12 megapixels não se compara à de uma SLR com os mesmo 12MP?

Uma das respostas é o tamanho do sensor. Quanto maior o sensor, maior os receptores de luz individuais, e mais límpido é o sinal que produzem.

Isso significa que existe um limite para a quantidade de receptores que podemos colocar em uma dada área do sensor – a tal densidade de pixels.

Sensores muitos pequenos abusam desse limite e têm tendência maior à geração de ruído. A conseqüência é que aí a câmera é obrigada a aplicar uma redução de ruído mais elevada, o que degrada a imagem. Da câmera de celular aos backs digitais, a qualidade vai aumentando de maneira  brutal – tenho imagens de nitidez e qualidade soberbas feita com um back de Kodak “espetado” numa Hasselblad.

Outra das respostas é a qualidade da ótica. Lentes de SLR costumam ser mais complexas, mas com um desempenho melhor. Com maior capacidade de focar os raios de luz, a nitidez e qualidade da imagem agradecem. Lentes de baixa qualidade produzem uma imagem mais borrada, que é produzida em toda a sua falta de detalhes pelo sensor.

Isso traz à tona um engano muito comum hoje em dia: adianta alguma coisa ter câmeras com densidade incrível, como a 50D da Canon, e usar ótica de segunda linha? A resolução estará lá, mas o detalhe não. De certa forma, é como usar uma TV full HD para ver fitas VHS. A qualidade da fita não irá melhorar por causa da TV.

Então, para se livrar dos fantasmas dos megapixels, se faz coordenar os elementos do problema: ótica, sensor e, por último, mas não menos importante, a necessidade de resolução. O que nos leva ao próximo mito.
300ppi para impressão: MITO
Outro mito comum é o da resolução para impressão. Na impressão, costumamos considerar a resolução padrão de 300ppi( pixels por polegada), seja qual for o processo – o que não é bem a realidade. A regra dos 300ppi vale apenas para os minilabs. Impressoras off-set (leia-se gráficas) trabalham com conceito de linhas e lineatura.
Explicando de maneira bem simplista, cada substrato, ou superfície imprimível, suporta uma determinada quantidade de linhas impressas por polegada. Abaixo disso, você está subutilizando a superfície, que poderia conter mais detalhe. Acima disso, corre o risco de que as linhas impressas “grudarem” umas nas outras, porque a tinta sempre espalha, no fenômeno conhecido como ganho de ponto.
O importante aqui é saber a lineatura típica de cada substrato, antes de preparar suas imagens. Algumas sugestões:
- Tecido: 18 LPI (linhas por polegada)
- Jornal: 90LPI
- Papel sem revestimento (alta alvura): 133LPI
- Papel revestido (couché) 150LPI
Uma vez de posse dessa informação, só realizar esta operação matemática recomendada pelos técnicos de impressão da Agfa:
{LPI / 2}* 3=DPI
Ou seja, se vai imprimir uma capa de revista couché, a 150LPI, é só dividir esse valor e multiplicar por 3, o que dá 225ppi. Quando se está fazendo uma impressão de página dupla ou em grande formato, o ganho de tamanho que se tem ao calcular corretamente a resolução é considerável. Informe-se com seu impressor e você utilizará muito melhor a capacidade de captura da sua câmera.
Monitor calibrado reproduz exatamente as cores:  MITO
Um dos mais famosos mitos da fotografia digital é relacionado ao gerenciamento de cores: é aquele que reza que podemos ver exatamente o que será impresso utilizando um monitor calibrado. O uso do monitor calibrado não é só recomendável, é praticamente obrigatório, mas há algumas limitações inerentes ao sistema.
Por exemplo, o fato de que um monitor é simplesmente incapaz de reproduzir determinados tons. Alguns tons de ciano, por exemplo, estão completamente fora do mapa de reprodução de cores de qualquer monitor. Mesmo entre monitores, há limitações – certos tons de amarelo são possíveis de reproduzir em monitores LCD, mas não em monitores CRT.
  E muitas vezes, trabalhamos no Photoshop usando espaços de cores maiores do que o espaço que o monitor consegue reproduzir – poucos monitores produzem algo próximo ao AdobeRGB, e nenhum mostra o ProPhoto. Quando trabalhamos com um desses espaços de cor, o que vemos no monitor não é a realidade, mas uma redução dos dados para que possam ser exibidos em um dispositivo de capacidade menor de reprodução.
Um sistema de gerenciamento de cores é interpretativo, ou seja, fornece dados que embora visualmente exatos mostram informações preciosas sobre o resultado final.
Preciso de um Back Digital para fazer outdoor:  MITO
Várias vezes fui consultado sobre aplicativos de interpolação por fotógrafos que desejavam fazer imagens para outdoor -  imaginado ser necessário dezenas de megapixels, backs digitais ou sofisticados sistemas de edição. Ignoravam uma das partes mais importantes da equação: a distância de visualização.
As contas que realizamos logo acima, relacionando lineatura e resolução, têm como base a distância padrão de visualização. Revistas, jornais e livros são objetos que seguramos nas mãos, raramente a uma distância maior que 50cm. No instante em que aumentamos essa distância, nossa percepção de detalhes e contraste se modifica, e já não há necessidade de uma resolução tão elevada. Duplique a distância, a resolução cai pela metade. Dez vezes mais distante, dez vezes menos pixels são necessários.

Uma plotter se aproveita desse fenômeno para imprimir em lona – um substrato rústico, que tolera apenas uma lineatura baixa- em baixa resolução mas com excelentes resultados, visto que as imagens serão visualizadas a grande distância.
 Os 300ppi padrão utilizados pelas empresas de impressão em grande formato garantem a visualização de imagens perfeitas a cinco metros de distância – mas é muito freqüente que a distância seja maior. E raramente aproveitamos essas oportunidades para potencializar a qualidade de nossas imagens.
 Experimente visualizar pela rua – só conseguirá visualizar um outdoor.inteiro a uma distância de no mínimo dez metros.O que em teoria corta pela metade nossa necessidade de resolução. Na prática eu recomendaria cair para 200ppi, o que ainda nos dá uma certa margem de segurança. Ou seja, a imagem do nosso hipotético outdoor de 9x3m teria 90cm do lado maior, 200ppi, ou 60cm se consideramos 300ppi.
 A partir de um bom original em Raw é perfeitamente impossível interpolar cerca de 30% tranquilamente, sem perdas facilmente perceptíveis de qualidade. Ou seja, se a sua câmera pode fazer 25x38cm a 300ppi, ela pode perfeitamente fazer um outdoor de boa qualidade com uma única foto.
 E nem sequer citei que a grande maioria das imagens para outdoor não chega nem perto de ocupar toda a área do cartaz.
Raw é inviável em eventos sociais:  MITO
Ao longo dos últimos anos, o formato Raw tem ganhada cada vez mais adeptos entre os fotógrafos profissionais – mas ainda não conquistou os fotógrafos de eventos sociais. Um dos motivos é a crença de que o tamanho e a necessidade de processamento tornam o fluxo de trabalho mais lento, e que a diferença de qualidade não é visível pelo cliente final. Mas o fato é que o trabalho em Raw apenas exige uma certa preparação prévia e otimização de fluxo – cumprida essa etapa, o trabalho em Raw fica tão ou mais ágil do que sua contraparte em JPEG.
O trabalho em Raw permite certas regalias, como: flexibilidade absoluta no balanço de branco; possibilidade de aproximar muito a resposta de cor de câmeras diferentes; arquivos passíveis de maior interpolação; maior latitude. O tamanho maior dos arquivos é contornado pela nova geração de câmeras, que tem maiores buffers e a alternativa de alta velocidade de formato sRaw – small Raw, ou um arquivo Raw com menos resolução
– pelos cartões de memória maiores e mais rápidos, computadores mais ágeis e principalmente pelos softwares como o Adobe Lightroom.
O Lightroom permite que se usem técnicas específicas para o processamento de grandes volumes de fotos, e oferece uma agilidade sem precedentes no tratamento de imagem.
Visto que ele age através de parâmetros que só são aplicados na imagem na hora de exportar – sem necessidade de longos processamentos ou de “salvar” o trabalho – operações como tratamentos criativos de cor, conversões para PB e afins podem ser testadas e realizadas com velocidade sem precedentes, através dos chamados presets.
Experimentar é muito rápido no Lightroom. Normalizações de cor podem ser feitas já na transferência de arquivos do cartão de memória para o computador, e a “receita” de processamento de imagem pode ser aplicada em centenas de outras, através de um simples ato de copiar e colar.
 Nem só de teoria vive o homem, e pus os argumentos à prova fotografando alguns eventos, sincronizando duas ou mais câmeras e processando sessões de fotos com mais de mil cliques. Acredite em mim, não desmereço quem fotografa em JPEG, longe disso. Mas entendo que seja uma questão de mera preferência pessoal, porque, ao longo dos últimos meses de pesquisa e prática, confirmei que Raw não só é perfeitamente viável, como muito recomendável na grande maioria dos casos.
Na prática a teoria é outra:  VERDADE
Mas não tome as minhas palavras por verdade incontestável: podem me acusar de relativista, mas acredito piamente que conhecimento sem experiência de nada serve. Muitas das crendices e mitos da fotografia estão aí simplesmente porque foi verdade um dia, mas foram privados desse status pela evolução vertiginosa da tecnologia. A limitação de hoje certam, ente será contornada amanhã.

Assim são os dogmas: enquanto não são contestados, eles vão ficando, feito visitas chatas. Então você que lê estas linhas, aceite o meu convite e exercite a capacidade crítica. Comprove as informações acima na prática pense em outras afirmações clássicas – já não parecem tão sólidas e incontestáveis agora, não? Que tal testá-las? Tecnologia e informação existem para facilitar nossa vida, não para limitá-la e complicá-la.

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DOISNEAU, UM OLHAR TERNO PARA O MUNDO

TEXTO: Antonio Gonçalves Filho - O Estado de S.Paulo

A foto de Robert Doisneau mostra um casal se beijando há 60 anos em frente ao Hôtel de Ville, em Paris, é carregada de nostalgia e de um olhar terno, características que marcaram o estilo do fotógrafo. Por ironia, Doisneau não foi treinado para desenvolver esse olhar subjetivo, mas registrar máquinas de forma objetiva - ele iniciou sua carreira como funcionário da Renault, fotografando carros. No entanto, seu famoso beijo, que já vendeu quase 500 mil cópias - recorde mundial de exemplares tirados de uma imagem original - é uma prova de que o trabalho jornalístico pode ser sinônimo do artístico e incorporar detalhes de uma história pessoal, como no ensaio sobre o comportamento dos jovens parisienses encomendado pela revista americana Life em 1950 e que resultou no beijo.

Durante muito tempo circulou a versão de que os personagens dessa reportagem formassem um casal chamado Jean e Denise Lavergne - finalmente desmascarados como dois impostores quando surgiram os verdadeiros nomes dos protagonistas da história, Françoise Bornet e Jacques Cateaud. A história é fascinante: sentado num bar, Doisneau contemplava a paisagem em busca de inspiração quando topou com o casal. Ele, então, abordou os dois e descobriu que eram atores amadores, propondo em seguida que posassem para a legendária foto. A identidade do casal foi descoberta por meio de um número, 21.039, que identificava a foto do beijo nos arquivos do fotógrafo e foi presenteada pelo próprio Doisneau à linda Françoise Bornet. Um belo presente para o casal mais famoso da história da fotografia: o exemplar original valia há algum tempo mais de 20 mil euros.

A carreira de Doisneau não perseguiu, porém, a meta publicitária hoje comum entre profissionais do ramo. Talvez seja por isso que não se encontra facilmente uma imagem contemporânea capaz de provocar tanto encanto e emoção quanto seus flagrantes de personagens anônimos em situações engraçadas, como o dos dois irmãos gêmeos que fazem acrobacias numa rua de Paris, em 1934, observados por outros dois garotos também vestidos com roupas absolutamente idênticas. Também por ela Doisneau já foi definido como um mestre intuitivo do absurdo e do incomum. Ele costumava dizer que a vida não era alegre e, justamente por esse motivo, o humor surge como uma espécie de refúgio "no qual a emoção que sentimos é aprisionado".

O senso ético de Doisneau é outro aspecto de sua personalidade difícil de ignorar. Em maio de 1936, quando foi eleita a Frente Popular, que levou à criação de um governo de esquerda liderado por Léon Blum, Doisneau recusou-se a fotografar os operários da greve para protegê-los de possíveis represálias dos patrões. Esse é o lado menos conhecido de sua história. Frequentemente, ele é lembrado como fotógrafo de moda de revistas como Vogue, que o contratou em 1949, um ano antes da foto do beijo, mas Doisneau gostava mesmo era de registrar o homem da ruas. Impressiona a série de fotografias feitas na ex-União Soviética em 1968 para La Vie Ouvrière (A Vida Operária). Jean-François Chevrier fala do desejo de Doisneau de "fixar aquilo que está em vias de desaparecer e deixar a lembrança do pequeno mundo que conheceu".

Um olhar retrospectivo para essa história confirma as palavras do escritor, associando seu nome aos dos grandes humanistas da fotografia, especialmente o pioneiro Eugène Atget, que fotografava anônimos nas ruas parisienses no início do século passado, e Henri Cartier-Bresson (1908-2004), de quem se tornou amigo. Eram tão companheiros que, na cerimônia fúnebre de Doisneau, em 1994, Cartier-Bresson atirou ao túmulo do amigo a metade de uma maçã, comendo a outra metade, num gesto simbólico de fraternidade eterna.

Ao contrário de Cartier-Bresson, que perseguia um ideal estético ligado à tradição pictórica, compondo suas fotos como quem pinta um quadro, Doisneau não parecia tão interessado no enquadramento como nos personagens das cenas que retratava. Não que ele desprezasse o rigor formal do amigo. Ao contrário. O fotógrafo conviveu com grandes personalidades do mundo intelectual francês como o poeta Jacques Prévert (é dele sua melhor foto, sentado ao lado do cão num parque parisiense em 1955), o cineasta Jacques Tati e o pintor Picasso. Mas foi com o amigo Robert Giraud que seu imaginário se desenvolveu, quando o reencontrou e este o conduziu como um Caronte pelo mundo dos humilhados e ofendidos da rua Mouffetard no começo dos anos 1950 - é dessa fase a foto do acordeonista cego (1951) na esquina, solitário e ignorado pelos passantes.

Por tudo isso é compreensível que se recorde Doisneau em preto-e-branco, surpreendendo, portanto, a exposição de suas fotos em cores na Galeria Claude Bernard, em Paris. Nessa sua breve passagem pelos EUA há 50 anos, Doisneau, que detestava viajar, topou com o artificialismo de Palm Springs, mas também com figuras que os cineastas na nouvelle-vague francesa chamavam de gênios, entre elas o comediante Jerry Lewis, que fotografou durante uma filmagem. Lewis sempre foi a autocrítica bem-humorada da América que sonha as cores publicitárias da foto maior ao lado. O olho treinado de Doisneau logo percebeu que estava diante de um ícone - e o melhor que se tem a fazer diante dele é prestar reverência. Foi justamente o que fez.

FONTE: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100321/not_imp527121,0.php

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Amei estas fotos

Aprendi a fazer uns efeitos de maquiagem no photoshop que amei ......
agora sim a minhas fotos ficarão mais com meu jeito ........
Eu juro que não sou fã da banda Kiss , só tenho um estilo doido ......mais o que vale é a criatividade .
Não me importo com o que vão dizer , nem o que vão pensar ... Só quero estar bem e ser eu mesma , agradar somente a mim. Por  que procurar agradar aos outros nunca trouce felicidade a ninguém , só frustação .... as pessoas nunca estão satisfeitas sempre quer mais e mais..........chau

Reflexão

Perdemos muito tempo na vida valorizado coisas sem valor nenhum ,e só quando nos deparamos com situações que nos levam perto da morte percebemos que estamos perdendo o mais importante....
o amor entre as pessoas ,entre os seres vivos ,entre os amigos ,irmãos ,parentes e pessoas que por algum motivo entram na nossa vida e se tornam importante ...Mas que no cotidiano deixamos de lado !!!
Qdo vc sentir o véu da morte suspirar em seu ouvido,vc verá o realmente importa na sua vida ..não espere este momento acontecer ..ele pode ser seu ultimo sopro de vida ,ai não terá mais tempo de valorizar o que realmente é de valor ! escrito por Samy Jepp 07-09-09

MANDAMENTOS DA MULHER

1 - Mulher não mente, e sim omite os fatos.
2 - Mulher não fofoca, mas sim troca informações.
3 - Mulher não trai, se vinga.
4 - Mulher não fica bêbada, entra em estado de alegria.
5 - Mulher nunca xinga, apenas é sincera.
6 - Mulher não grita, testa as cordas vocais.
7 - Mulher nunca chora, lava as pupilas dos olhos com freqüência.
8 - Mulher nunca olha para um homem sarado, apenas verifica suas formas anatômicas.
9 - Mulher não sente preguiça, descansa a beleza.
10 - MULHER NUNCA ENGANA OS HOMENS, PRATICA O QUE APRENDEU COM ELES.